Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Governo recomenda restrições à presença de cimenteiras brasileiras no capital da Cimpor

O Governo brasileiro aprova a entrada da Votorantim e Camargo Corrêa na Cimpor mas recomendou ao regulador brasileiro que imponha algumas restrições à operação.

Negócios negocios@negocios.pt 22 de Fevereiro de 2011 às 11:55
A participação Votorantim e Camargo Corrêa na Cimpor recebeu um parecer favorável da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), mas a agência governamental recomendou ao regulador brasileiro que imponha algumas restrições à operação.

Segundo a Agência Estado, o Seae recomenda que as operações sejam aprovadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) desde que haja venda de activos nos mercados em que foram verificadas percentagens de concentração superior a 20% de todo o mercado.

A sugestão de alienar activos visa preservar a estrutura de mercado anterior à operação, segundo o parecer divulgado ontem e citado pela imprensa.

"Alternativamente, admite-se a adopção de medida de carácter societário que possibilite preservar a independência efectiva entre os agentes económicos envolvidos na operação, sobretudo no mercado doméstico", escreveram os responsáveis do regulador.

Assim, pela recomendação da Seae, a Votorantim e a Camargo Corrêa poderão manter as suas participações na Cimpor, desde que limitadas aos mercados internacionais.

A Votorantim detém 40% do mercado de cimentos brasileiro, enquanto Cimpor e Camargo Corrêa contam com uma participação de 9% cada.

Em conjunto com a Caixa Geral de Depósitos, a Votorantim controla mais de 30% do capital da Cimpor. A Camargo detém 32,6%.

Ver comentários
Saber mais Cimpor Votorantim Camargo Empresas Mercados
Outras Notícias
Publicidade
C•Studio