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Grupo Sonae anula ganhos registados após aumento da contrapartida da OPA

O Grupo Sonae acentuava as perdas verificadas no início da sessão anulando assim todos os ganhos registados após a revisão em alta da contrapartida da OPA à PT na passada sexta-feira. Os títulos da Sonae e da Sonaecom deslizaram mais de 6% depois de um do

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 23 de Fevereiro de 2007 às 10:21
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O Grupo Sonae acentuava as perdas verificadas no início da sessão anulando assim todos os ganhos registados após a revisão em alta da contrapartida da OPA à PT na passada sexta-feira. Os títulos da Sonae e da Sonaecom deslizaram mais de 6% depois de um dos maiores accionistas da PT ter dito que não vai vender na OPA.

As acções da Sonae SGPS [son] caíam 5,38% para os 1,76 euros, depois de terem registado uma queda máxima de 6,99%. Os títulos da Sonaecom [snc] desciam 4,72% para os 6,26 euros, depois de já terem perdido mais de 6%.

Os títulos das duas cotadas negoceiam já abaixo da cotação de fecho de quinta-feira da semana passada, 15 de Fevereiro, dia em que reviram a oferta à PT de 9,5 euros por acção para 10,5 euros.

No dia 15 de Fevereiro as acções da Sonae SGPS terminaram a sessão a cotar nos 1,82 euros e as da Sonaecom nos 6,37 euros. Na sessão seguinte as acções da Sonaecom dispararam, 17,74% e as da Sonae 10,44%.

Esta manhã um dos accionistas de referência da PT emitiu um comunicado onde esclarece que não vai vender a posição que detém na operadora (7,36%) à Sonaecom na oferta pública de aquisição (OPA) por 10,50 euros, considerando que esta contrapartida não representa um valor justo da PT.

As acções da PT [ptc], que já tiveram em queda, seguiam estáveis nos 10,18 euros.

O Jornal de Negócios noticia hoje que o histórico das operações de recompra de acções próprias da PT mostra que a operadora nunca comprou acções ao preço máximo a que se propôs, isto numa altura em que a PT tem o plano de recomprar 16,5% do capital por um valor máximo de 11,50 euros.

Ontem a CMVM anunciou que adiou o prazo que deu à PT para que esta esclarecesse os accionistas sobre o valor a que serão recompradas as acções representativas de 16,5% do capital da operadora, confirmou o Jornal de Negócios junto do regulador dos mercados.

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