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IMF – Euro/Libra ameaça quebra de suporte

Eventual quebra de suporte poderá reforçar perspetiva de correção no Euro/Libra. Euro/Dólar volta a falhar quebra de importante resistência e mantém tendência de lateralização. Crude corrige em baixa e ouro consolida.

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O Eur/Gbp atravessou um período de lateralização que vigorou durante quase todo o ano de 2015, entre £0.6930 e £0.7500. Contudo, em dezembro passado o par começou a desenvolver uma tendência de alta, que culminou numa subida até máximos desde junho de 2014 - acima de £0.81 - atingidos já neste mês de abril. Neste momento o movimento ascendente segue intacto, mas o Eur/Gbp tem sofrido nos últimos dias uma pressão corretiva, depois de falhar a quebra da resistência das £0.8120/50, estando agora a testar uma zona de suporte que engloba as £0.7930 e uma trendline ascendente. A eventual quebra em baixa destes níveis reforçaria a perspetiva de que o par poderá ter já formado um "topo", ficando este cenário anulado caso as £0.8150 sejam quebradas em alta, o que colocaria o Eur/Gbp sem novas barreiras até às £0.8400.

 

  

 

• Euro/Dólar – Importante resistência volta a travar subida


O Eur/Usd caiu nos últimos dias, com alguns discursos por parte de membros da FED a mantem em aberto a possibilidade de uma subida de taxas de juro ainda no primeiro semestre.

No entanto o movimento foi sobretudo técnico, com o par a enfrentar mais uma fez uma forte pressão vendedora ao aproximar-se da resistência de $1.1500. O Eur/Usd ressaltou em baixa e, deste modo, prevaleceu uma vez mais o intervalo entre $1.05 e $1.15 que vigora já desde o início de 2015, mantendo-se a tendência de lateralização no médio prazo. Num horizonte temporal mais curto, e enquanto abaixo de $1.1300/30, o Eur/Usd situa-se agora numa posição de alguma fragilidade, havendo condições para que a correção se estenda até $1.1140.

 

 

•  CRUDE – Correção após máximos de quatro meses


O crude atingiu máximos desde novembro na última semana, mas recuou com o mercado a moderar as expectativas relativamente a um acordo entre produtores de petróleo para o congelamento da produção.

O crude confirmou a aproximação à zona de resistência entre os $41.90 e os $43.20, mas rapidamente corrigiu em baixa. A quebra destes níveis seria relevante também para o cenário de médio prazo, podendo conferir ao crude uma toada de maior neutralidade nesse horizonte temporal. Em todo o caso, no curto prazo o cenário construtivo em alta permanece válido, ficando apenas colocado em causa abaixo dos $35.00.


 

 

• OURO – Período de consolidação continua


A força do dólar e o sentimento positivo nos mercados acionistas penalizaram a procura pelo ouro, que registou assim a primeira queda semanal nas últimas três semanas.

Tecnicamente, o ouro vai dando continuidade a um período de consolidação à tendência principal de alta, que seria retomada acima dos $1280. Do lado inferior, os $1200 mantêm-se como principal suporte, sendo que apenas abaixo destes níveis o "metal precioso" daria um sinal de reversão, ficando nesse cenário vulnerável a uma queda mais significativa – referência seguinte apenas nos $1100.

 

  

As análises técnicas aqui publicadas não pretendem, em caso algum, constituir aconselhamento ou uma recomendação de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Negócios não podem ser responsáveis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informações. Caso pretenda ver esclarecida alguma dúvida acerca da Análise Técnica, por favor contactar a IMF ou o Jornal de Negócios.

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