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Índices das bolsas americanas continuam em queda (act)

Os dois principais índices norte-americanos continuam a cair, depois de ter sido anunciado o índice de confiança dos consumidores que foi abaixo do esperado. O Dow Jones desvalorizava 0,18% e o Nasdaq depreciava 0,13%.

Pedro Viana pviana@mediafin.pt 30 de Dezembro de 2003 às 15:48
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Os dois principais índices norte-americanos continuam a cair, depois de ter sido anunciado o índice de confiança dos consumidores que foi abaixo do esperado. O Dow Jones desvalorizava 0,18% e o Nasdaq depreciava 0,13%.

O índice das «blue chips» cotava nos 10431,18 pontos enquanto que o tecnológico Nasdaq marcava 2003,88 pontos. O Standard & Poors 500 diminuía 0,08% para os 1108,64 pontos.

Os analistas contactados pela Bloomberg anteviam que o índice de confiança dos consumidores, na maior economia mundial, tocasse nos 91,8 pontos. No entanto, o valor anunciado caiu para 91,3 pontos em Dezembro. Este indicador aumentou para 91,7 pontos em Novembro o valor mais elevado desde Setembro de 2002.

O índice de actividade industrial na região de Chicago caiu para 59,2 pontos, mais que o esperado pelos analistas. As previsões apontavam para uma queda para os 62 pontos este mês depois de ter registado um máximo de 64,1 pontos no mês passado.

A United Tech e a IBM eram das empresas que mais explicavam a descida dos índices. A empresa de alta tecnologia desvalorizava 0,90% para 64,68 dólares (51,81 euros) e a construtora de computadores caía 0,42% para 53,98 dólares (43,24 euros).

Outra empresa que contribuía para as depreciações das bolsas era a Altria, que fabrica a marca de cigarros Philip Morris, que perdia valor, depois de, ontem, ter anunciado que o EBITDA ia cair 6,1% em 2004.

A 3M, empresa produtora de «post-its», desvalorizava 0,35% para 84,22 dólares (67,46 euros).

A liderar os ganhos estava, no entanto, a Intel, a maior produtora mundial de «chips» para computadores, a crescer 0,18% para 32,35 depois de um «research» da Internactional Data ter revisto em alta a previsão de vendas de semicondutores para o próximo ano. A empresa anunciou também que esta previsão é sustentada pelo aumento da procura de computadores pessoais e telemóveis.

A Nokia, maior produtora mundial de telemóveis, crescia 1,25% para os 13,78 dólares (11,04 euros). A Hewlett Packard perdia 1,13% para os 22,67 dólares (18,16 euros) e a Apple era a segunda maior contribuinte para a subida do Nasdaq a subir 0,30% para 21,36 dólares (17,11 euros).

A Boeing, por outro lado, seguia a valorizar 2,52% para 43,06 dólares (44,49 euros). A maior construtora mundial de aviões assinou contratos com a marinha norte-americana que valem mais de 9,5 mil milhões de dólares (7,61 mil milhões de euros).

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