Bolsa Jerónimo Martins cai mais de 3,5% e arrasta bolsa nacional

Jerónimo Martins cai mais de 3,5% e arrasta bolsa nacional

A bolsa nacional fechou em queda, à semelhança do que acontece com as congéneres europeias. A queda superior a 3,5% da Jerónimo Martins foi determinante.
Jerónimo Martins cai mais de 3,5% e arrasta bolsa nacional
Miguel Baltazar
Sara Antunes 17 de maio de 2019 às 16:42

A bolsa nacional voltou a fechar a sessão em queda, acompanhando a tendência dos congéneres europeus. Os investidores voltaram a refletir na negociação os receios em torno da guerra comercial entre os EUA e a China.

 

O PSI-20 fechou a sessão a perder 0,21% para 5.118,04 pontos, com oito cotadas em alta e 10 em queda. 

Entre as cotadas destaque para a Jerónimo Martins, que deslizou 3,59% para 12,89 euros. Este foi o segundo dia consecutivo de quedas acentuadas para a retalhista liderada por Pedro Soares dos Santos, depois de ter sido conhecida uma decisão do tribunal europeu de justiça que aumenta a probabilidade de ser aplicado um imposto sobre as retalhistas na Polónia, um mercado-chave para a Jerónimo Martins.

Ainda no setor do retalho, a Sonae, que já ontem caiu depois de ter apresentado os seus resultados do primeiro trimestre, voltou hoje a perder 1,61% para 0,9155 euros.

Do lado oposto esteve a EDP, ao subir 2,07% para 3,256 euros. A elétrica liderada por António Mexia revelou ontem já após o fecho do mercado que os seus lucros caíram quase 40%, uma descida mais pronunciada do que os analistas antecipavam. Ainda assim, o Societe Generale elevou a sua avaliação da EDP de 3 para 3,30 euros. 

Em queda fechou ainda o BCP, a acompanhar o sentimento negativo que impera no resto da Europa. E, num ambiente de elevada incerteza e queda nas bolsas, o BCP costuma ser dos que mais reflete este contexto. Assim, as ações do banco liderado por Miguel Maya fecharam a sessão a cair 0,86% para 0,2524 euros.

 

A descer mais de 1% fecharam também os CTT (-1,36% para 2,180 euros) e a Mota-Engil (-1,4% para 2,106 euros).


Do lado oposto esteve a Galp Energia, ao subir 0,53% para 14,205 euros.

(Notícia atualizada às 16:50 com mais informação)




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