Bolsa Jerónimo Martins e grupo EDP em máximos impulsionam bolsa nacional

Jerónimo Martins e grupo EDP em máximos impulsionam bolsa nacional

A bolsa nacional fechou a sessão com ganhos, a beneficiar das subidas da Jerónimo Martins e do grupo EDP, com as três cotadas a atingirem máximos. No resto da Europa a tendência também foi positiva.
Jerónimo Martins e grupo EDP em máximos impulsionam bolsa nacional
Miguel Baltazar
Sara Antunes 04 de setembro de 2019 às 16:43
A bolsa nacional fechou a sessão em alta, à semelhança do resto da Europa, a beneficiar do alívio dos receios com a guerra comercial e o seu impacto na economia mundial. A contribuir para uma perspetiva mais otimista dos investidores está a divulgação do indicador de atividade dos serviços da China que registou o maior aumento dos últimos três meses. 

A condicionar a negociação continua o Brexit, numa altura em que se espera que o Parlamento britânico aprove legislação que evite uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo, o que poderá ditar novas eleições no país. Ainda é cedo para saber quais as consequências destes eventos, mas, para já, os investidores estão animados pela perspetiva de um Brexit ordeiro. 

Na bolsa nacional, o PSI-20 subiu 0,94% para 4.931,11 pontos, com 11 cotadas em alta, cinco em queda e duas inalteradas. 

A contribuir para esta subida da bolsa estiveram os ganhos do grupo EDP, que beneficiou de notas de análise. A elétrica liderada por António Mexia subiu 2,05% para 3,531 euros e a EDP Renováveis apreciou 1,11% para 10,00 euros. A EDP chegou a tocar no valor mais alto desde julho de 2015 enquanto a empresa liderada por João Manso Neto renovou o máximo histórico ao transacionar nos 3,57 euros. 

As empresas de energia refletiram uma nota de análise do Bank of America, que reiniciou a cobertura das ações da EDP e EDP Renováveis, atribuindo-lhes um potencial de subida de 24% e 17%, respetivamente.

A Jerónimo Martins também contribui para os ganhos da bolsa, ao ganhar 1,47% para 15,88 euros, atingindo também um máximo de março de 2018 ao tocar nos 15,89 euros. 

Em alta fechou também a Galp, ao subir 1,14% para 12,91 euros. 

No setor do papel os ganhos também foram transversais, com a Navigator a valorizar 1,78% para 3,084 euros e a Altri a crescer 1,31% para 5,78 euros. 

Nas quedas, destaque para a Ramada, que perdeu 1,25% para 6,30 euros, e para a Pharol, que cedeu 1,78% para 0,1106 euros. 

O BCP fechou inalterado nos 0,1920 euros, no dia em que o ministro do Desenvolvimento da Polónia descartou um programa de ajuda de grandes dimensões à banca para fazer face a potenciais perdas resultantes da conversão dos créditos concedidos em francos suíços para zlótis. 


(Notícia em atualização)



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