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JM e Galp Energia animam bolsa nacional (act)

A bolsa nacional encerrou a valorizar, impulsionada essencialmente pela Jerónimo Martins, que subiu mais de 3%, e pela Galp Energia, que avançou mais de 1%. O PSI-20 apreciou 0,63% numa sessão em que a Portugal Telecom travou maiores ganhos.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 30 de Junho de 2010 às 16:42
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A bolsa nacional encerrou a valorizar, impulsionada essencialmente pela Jerónimo Martins, que subiu mais de 3%, e pela Galp Energia, que avançou mais de 1%. O PSI-20 apreciou 0,63% numa sessão em que a Portugal Telecom travou maiores ganhos.

O principal índice da bolsa nacional negociou nos 7.065,65 pontos com 12 acções em alta e oito a cair. Na Europa, a tendência também foi positiva, no dia em que os bancos da Zona Euro pediram 131,9 mil milhões de euros emprestados ao Banco Central Europeu (BCE) no leilão de financiamento a três meses. Esta operação era aguardada com expectativa para perceber quão estrangulado estava o acesso a fundos pelos bancos. O montante, inferior a 220 mil milhões, significa que o sistema bancário passou, por agora, o teste.

Por cá, a PT centrou as atenções dos investidores. Realizou-se hoje a Assembleia Geral (AG) onde os accionistas deliberaram sobre a proposta de compra da posição da operadora na Vivo, lançada pela espanhola Telefónica. A companhia espanhola elevou ontem pela segunda vez o valor da oferta para 7,15 mil milhões de euros.

74% do capital presente na AG votou favoravelmente esta proposta. Contudo, o Estado usou a “golden share” e vetou o negócio.

As acções da empresa liderada por Zeinal Bava foram suspensas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) às 10h42. Na altura, subiam 5,42% para os 8,75 euros. A suspensão foi levantada às 15h. As acções da PT retomaram a desvalorizar 5,37% para os 7,854 euros e acabaram por fechar a cair apenas 1,45% para os 8,18 euros. O suficiente para impedir que os ganhos do PSI-20 fossem mais avultados. Ainda assim, o índice fechou positivo com a Galp Energia a ser o título que mais impulsionou com uma valorização de 1,40% para os 12,30 euros.

No restante sector energético, a Energias de Portugal avançou 0,41% para os 2,44 euros e a EDP Renováveis ganhou 1,64% para os 4,832 euros. Já REN valorizou 2,50% para os 2,66 euros.

Outro título determinante para a tendência da bolsa foi a Jerónimo Martins que subiu 3,23% para os 7,54 euros bem como a Cimpor, que ganhou 4,52% para os 4,622 euros no dia em que o Santander reviu em alta a recomendação para as acções da empresa de “underweight” para “comprar”, adiantando que a cimenteira já não integra um prémio de fusão e aquisição. O preço-alvo caiu em 10 cêntimos para 5,40 euros.

Na banca, a tendência também positiva. O Banco Comercial Português valorizou 1,64% para os 0,62 euros enquanto o Banco Espírito santo e o Banco BPI avançaram 0,53% para os 3,25 euros e 1,06% para os 1,531 euros, respectivamente.

Em terreno negativo fecharam a Brisa, com uma queda de 1,87% para os 4,975 euros, e a Sonae SGPS, que desvalorizou 0,78% para os 0,761 euros.

Veja também:

As cotações de todas as acções da Bolsa portuguesa

O resumo do dia do índice PSI-20

As
maiores subidas e maiores descidas do PSI-20

Os preços-alvo para as cotadas portuguesas

As estatísticas das acções portuguesas

A análise técnica de todas as cotadas portuguesas

A evolução de todos os fundos comercializados em Portugal





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