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Lisgráfica quadruplica valor em bolsa com aumento de capital

As acções da Lisgráfica estão a acumular um ganho de 270% nas últimas seis sessões, na semana em que termina o período de subscrição do aumento de capital que está a ser colocado pelo Banif. O mercado está a avaliar a empresa presidida por António Patrocí

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 27 de Março de 2007 às 11:15
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As acções da Lisgráfica estão a acumular um ganho de 270% nas últimas seis sessões, na semana em que termina o período de subscrição do aumento de capital que está a ser colocado pelo Banif. O mercado está a avaliar a empresa presidida por António Patrocínio em 37,47 milhões de euros.

A Lisgráfica [LIAG] segue hoje com uma valorização de 37,04% para os 0,37 euros, o que avalia a empresa em 37,47 milhões de euros.

A empresa tem-se destacado nas últimas sessões pelas fortes valorizações, elevando para 281% o ganho acumulado em 2007.

Actualmente, a actividade principal da Lisgráfica compreende a impressão e acabamento de revistas, suplementos, folhetos, catálogos e listas telefónicas.

A contribuir para a valorização das acções em bolsa tem estado o reforço de capitais que a empresa está a pôr em prática, através de uma oferta pública de subscrição (OPS) reservada aos accionistas.

A empresa presidida por António Patrocínio está a proceder a um aumento do seu capital social de 200 mil euros para 5 milhões de euros, por novas entradas em dinheiro, mediante a emissão de até 96 milhões de novas acções com o valor nominal de 0,05 euros cada uma.

Os detentores de direitos de subscrição terão a possibilidade de subscrever novas acções na OPS, resultando o número de acções a subscrever da aplicação do factor 24,31742139 aplicado ao número de direitos de subscrição detidos no momento da efectiva subscrição.

O prazo para exercício dos direitos de subscrição decorre desde 16 de Março e vai prolongar-se até 30 de Março. A negociação em bolsa dos direitos de subscrição terminou ontem, numa operação em que o Banif está a actuar como intermediário financeiro.

Segundo o prospecto da operação, a Lisgráfica é detida em 73,11% pela Gestprint, uma empresa controlada em 51% pela família Brás Monteiro e em 49% pela família Ruella Ramos. A Ocidental controla 4,84%, uma participação imputada ao Fortis.

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