Mercados Mais uma vez, Wall Street renova máximos históricos com otimismo comercial

Mais uma vez, Wall Street renova máximos históricos com otimismo comercial

Os três maiores índices de Wall Street voltaram a renovar máximos históricos, pela segunda sessão consecutiva, impulsionados pelos novos sinais de que a primeira fase do acordo com a China pode ser selada em breve.
Mais uma vez, Wall Street renova máximos históricos com otimismo comercial
Gonçalo Almeida 19 de novembro de 2019 às 14:50
Os principais índices de Wall Street abriram a sessão desta terça-feira, dia 19 de novembro, a negociar em território positivo, renovando os máximos históricos atingidos ontem, a meio da sessão, apoiados pelo otimismo sobre a relação comercial com a China.

O Dow Jones soma 0,16% para 28.071,49 pontos, depois de ontem ter marcado um novo máximo histórico durante o dia nos 28.040,97 pontos. O S&P 500 avança 0,09% para 3.125,08 pontos, tendo na negociação intradiária de ontem estabelecido um valor nunca antes visto nos 3.124,17 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,32% para os 8.577,44 pontos, depois de ontem ter tocado num máximo de sempre nos 8.559,78 pontos. Este ano, o índice de tecnologia do país subiu quase 30%.



Ontem, a notícia de que o governo dos Estados Unidos vai prolongar por mais 90 dias as licenças atribuídas às empresas norte-americanas para fazerem negócios com a chinesa Huawei Technologies ajudou a aliviar as preocupações - apesar de o presidente da gigante chinesa ter dito que o impacto que isso tem para tecnológica é "muito limitado" e que as principais prejudicadas "são as empresas americanas".

Espera-se agora que a primeira fase do acordo comercial entre os EUA e a China seja selada ainda antes do Natal, segundo John Studzinski, vice-presidente da gestora de ativos Pimco, à CNBC, e é com base neste otimismo que hoje os mercados de Wall Street valorizam, com os setores mais sensíveis ao comércio a aproveitarem para subir mais. 

Uma época de resultados melhor do que o previsto, em termos de lucro, também tem dado força aos mercados norte-americanos. Segundo os dados recolhidos pela Reuters, cerca de três quartos das cotadas do S&P 500 apresentaram lucros acima do estimado pelos analistas.




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