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Menos criação de empregos do que o esperado decepciona Wall Street

As principais praças norte-americanas abriram em baixa, penalizadas pelos dados do emprego nos EUA. As previsões apontavam para a criação de 60.000 postos de trabalho em Junho, mas o número ficou-se pelos 13.000.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 30 de Junho de 2010 às 14:39
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As principais praças norte-americanas abriram em baixa, penalizadas pelos dados do emprego nos EUA. As previsões apontavam para a criação de 60.000 postos de trabalho em Junho, mas o número ficou-se pelos 13.000.

Na negociação do mercado de futuros, as bolsas do outro lado do Atlântico estavam a ser sustentadas pelo facto de as entidades financeiras europeias terem procurado menos financiamento junto do BCE do que aquilo que os investidores previam. No entanto, os dados do emprego ofuscaram esse optimismo.

O índice industrial Dow Jones segue a perder 0,28%, fixando-se nos 9.842,49 pontos. O S&P 500 cede 0,20% para se estabelecer nos 1.039,17 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq desvaloriza 0,15% para 2.131,94 pontos.

Apesar das quedas, os títulos financeiros continuam a negociar em terreno positivo. O Citigroup e o Bank of America sobem mais de 1,5%, sustentados pelas boas notícias relativas ao financiamento da banca junto do BCE.

O Banco Central Europeu disse que os bancos pediram 131,9 mil milhões de euros de empréstimos a três meses, numa altura em que o prazo de financiamento a 12 meses está a expirar. Este valor representa cerca de metade daquilo que o mercado esperava que fosse solicitado e que era de aproximadamente 220 mil milhões de euros.

Em contrapartida, a General Mills cai 4,6%, depois de a empresa de produtos alimentares ter reportado lucros aquém do esperado e ter avançado com previsões decepcionantes para o resultado líquido de 2010.

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