Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Mercados emergentes vivem maior escalada em quatro anos

As acções dos mercados emergentes, de Shanghai a Budapeste, valorizam pelo nono dia consecutivo, com os preços do petróleo a negociarem em máximos de um ano e o investimento estrangeiro directo na China a subir pelo segundo mês.

Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 15 de Outubro de 2009 às 11:01
As acções dos mercados emergentes, de Shanghai a Budapeste, valorizam pelo nono dia consecutivo, com os preços do petróleo a negociarem em máximos de um ano e o investimento estrangeiro directo na China a subir pelo segundo mês.

O índice MSCI Mercados Emergentes avançava 0,5%, encabeçando o maior período de ganhos em quatro anos, à medida que a confiança regressa aos mercados e os investidores apostam em activos com maior risco.

No mercado energético, os preços do petróleo seguiam a valorizar para máximos de um ano, ao mesmo tempo que o dólar recua para mínimos de 14 meses face ao euro e se aproxima dos 1,50 dólares.

A divulgação de resultados acima das expectativas dos analistas tem suportado a valorização das bolsas mundiais. Ontem, o americano Dow Jones superou pela primeira vez num ano a barreira dos 10.000 pontos, depois do JPMorgan ter reportado os lucros do terceiro trimestre, que superaram largamente as previsões do mercado.

O investimento estrangeiro na China subiu 18,9% em Setembro, face ao mesmo mês do ano passado, à medida que o crescimento na terceira maior economia mundial acelera.

Hoje os investidores aguardam os números do Goldman Scahs, com as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg a apontarem para lucros de 2,4 mil milhões de dólares no trimestre, quase o triplo do valor registado no período homólogo.

“Vamos ver uma época de resultados muito boa”, realçou Andreas Utermann, da RCM, adiantando que há “uma parede de dinheiro” a entrar nos mercados accionistas.

A bolsa da Shanghai seguia a avançar 0,3% para o valor mais alto desde 17 de Setembro, enquanto sul-coreano Kospi subia 0,6% e o húngaro BUX crescia 0,5% para um máximo de 14 meses.

Ver comentários
Outras Notícias
Publicidade
C•Studio