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Millennium bcp revê alvo da Altri em alta para 3,20 euros em 2006 (act)

O Millennium bcp aumentou o preço-alvo para as acções da Altri de 2,10 euros para este ano para 3,20 euros em 2006, incluindo o valor da recentemente adquirida Portucel Tejo, e reflectindo revisões em alta de previsões de resultados quer para a Celulose d

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 21 de Outubro de 2005 às 11:32

O Millennium bcp aumentou o preço-alvo para as acções da Altri de 2,10 euros para este ano para 3,20 euros em 2006, incluindo o valor da recentemente adquirida Portucel Tejo, e reflectindo revisões em alta de previsões de resultados quer para a Celulose do Caima quer para a F Ramada. A recomendação é de «buy».

O analista João Mateus do Millennium bcp explica que incluiu na nova avaliação o valor da recentemente adquiriria Portucel Tejo, ignorando o contributo da CPK (100% detida pela Portucel Tejo), da Sosapel e da participação de cerca de 20% detida na Vista Alegre, da qual a empresa está vendedora.

O especialista considera ainda o acordo para a aquisição de 50% da EDP – Produção – Bioeléctrica como valor «neutro» para a Altri apesar de salientarem que a empresa [altr] «poderá estar bem posicionada para se tornar um grupo importante no sector de produção de energias renováveis».

A Altri anunciou dia 14 deste mês, ao final do dia, a celebração de um acordo para a compra de 50% da EDP Produção- Bioeléctrica, empresa da EDP que opera a central de Mortágua, por um valor de 7,5 milhões de euros.

Relativamente à Portucel Tejo, o especialista sublinha que 75% da sua produção da é pasta feita a partir de madeira mole que «complementa e diversifica» a produção de pasta feita a partir de madeira mais dura da Celulose do Caima e revela que a principal razão para no final de 2004 e início de 2005 para o facto da performance da Portucel Tejo ter sido fraca foi os preços de produção baixos.   

No entanto, a Portucel Tejo está «sobre o maior processo de reestruturação que inclui um investimento total de 50 milhões de euros e a redução da força de trabalho (corte de 8% em 2004)» e «consideramos a melhoria do desempenho em torno dos 20% da margem do EBITDA em 2006», explica a mesma fonte.

Relativamente à Celulose do Caima e à F. Ramada, o Millennium bcp reviu em alta as estimativas de resultados para 2005 na sequência do «bom» desempenho registado no primeiro semestre de 2005.

As principais razões para a subida da Celulosa do Caima têm a ver com os contratos de pasta e o volume de vendas. Para a F Ramada têm em conta o «bom» desempenho no primeiro semestre «resultado de uma subida nas vendas exportadas no sistema de negócios de armazenagem».

As acções da Altri têm vindo a registar valorizações e máximos sucessivos tendo esta semana fechado a desvalorizar apenas na sessão de quarta-feira, seguindo a subir 6,49% para 2,45 euros, depois de terem avançado até  8,30% para o máximo de sempre nos 2,48 euros.

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