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Montante sob gestão nos fundos de investimento recua no trimestre

Os fundos de investimento mobiliário em Portugal geriam 28,714 mil milhões de euros no final do segundo trimestre, recuando em relação aos primeiros três meses do ano, revelam os dados da Associação de Fundos de Investimento, Pensões e Património.

Ruben Bicho rbicho@mediafin.pt 20 de Julho de 2006 às 19:52
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Os fundos de investimento mobiliário em Portugal geriam 28,714 mil milhões de euros no final do segundo trimestre, recuando em relação aos primeiros três meses do ano, revelam os dados da Associação de Fundos de Investimento, Pensões e Património.

No final de Março de 2006 o montante gerido pelos fundos era de 28,470 mil milhões de euros, mas a queda das bolsas nos meses seguintes e o nível dos resgates terá levado a esta quebra trimestral.

Ao longo do segundo trimestre o valor das subscrições liquidas em fundos de investimento imobiliário foi de 107,7 milhões de euros, com a categoria dos fundos especiais de investimento a registar o maior crescimento, ao passo que os fundos de obrigações foram os mais penalizados. Desde o início do ano as subscrições líquidas ascendem a 385,6 milhões de euros.

O relatório revela ainda que a posição dos fundos no capital das empresas portuguesas baixou nos últimos três meses, dos 1,017 mil milhões de euros para os 960 milhões de euros, continuando ainda assim a representar 0,61% da capitalização bolsista.

A cotada portuguesa em que os fundos detêm maior participação no capital é a Novabase, com 20,14%, valor que subiu dos 18,87% no final de Março, segundo os dados da APFIPP.

No que toca às sociedades gestoras, a Santander Gestão de Activos registou a maior taxa de crescimento no trimestre, avançando 7,84% para os 3,7 mil milhões de euros. Das restantes sociedades seguidas pela APFIPP, só a ESAF cresceu no trimestre, subindo 0,79% para os 5,454 mil milhões de euros.

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