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“Não nos queremos precipitar” na investigação sobre os empréstimos do BCP

A investigação da CMVM que está a decorrer por causa dos empréstimos do BCP "demora o seu tempo, exige muita informação que o BCP está a fornecer. Não nos queremos precipitar".

Isabel Cristina Costa iccosta@negocios.pt 28 de Novembro de 2007 às 13:17
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A investigação da CMVM que está a decorrer por causa dos empréstimos do BCP "demora o seu tempo, exige muita informação que o BCP está a fornecer. Não nos queremos precipitar".

Foi esta a resposta do presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM), Carlos Tavares, que acrescentou: "mas teremos conclusões".

Questionado pelo Jornal de Negócios, Carlos Tavares, que esteve hoje de manhã na Universidade Católica do Porto, a falar sobre "Políticas micro económicas para Portugal", disse ainda que à CMVM "importam duas coisas: primeiro, ver se foi prestada toda a informação ao mercado e, segundo, se houve tratamento equitativo".

No caso do filho de Jardim Gonçalves, Carlos Tavares explicou que "esse não tem nenhum problema com a CMVM" porque não é accionista do BCP.

Anteontem à noite, na Sic Notícias, Joe Berardo questionava a investigação da CMVM por não apresentar resultados: "A mim a CMVM escreve-me ao meio dia e quer a resposta às seis da tarde. O que se passa nas investigações de Jardim Gonçalves?".

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