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Pequim põe Wall Street a pairar em máximos históricos

Decisão do governo chinês de cortar para metade as taxas alfandegárias sobre produtos norte-americanos está a dar força aos três principais índices dos Estados Unidos. O S&P 500 regista um novo máximo histórico. Nasdaq e Dow Jones aproximam-se.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 06 de Fevereiro de 2020 às 14:46
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Wall Street acordou a pairar perto dos máximos históricos. O Standard & Poor’s 500 avança 0,15% para 3.339,29 pontos, o que constituiu um recorde. Já o Dow Jones soma 0,23% para 29.357,09 pontos, muito perto do seu máximo de sempre atingido a 17 de janeiro nos 29.373,62 pontos, e o tecnológico Nasdaq Composite ganha 0,09% para 9.517,42 pontos, depois de na negociação anterior fixar um recorde nos 9.574,94 pontos.

A catalisar os ganhos dos índices norte-americanos está a decisão de Pequim em reduzir para metade as taxas alfandegárias sobre produtos norte-americanos no valor de 75 mil milhões de dólares (68 mil milhões de euros) em importações anuais, facto que afastou momentaneamente os receios sobre a forte propagação do coronavírus. 

Passado um mês da assinatura de uma trégua na guerra comercial iniciada há cerca de dois anos entre as duas primeiras economias mundiais, esta medida, que vai entrar em vigor em 14 de fevereiro, vai abranger as taxas alfandegárias aplicadas desde 1 de setembro último, precisou a Comissão dos Direitos Alfandegários do Governo chinês.

No entanto, o impacto da crise de saúde na China continua a fazer-se sentir na temporada de resultados de empresas dos Estados Unidos, neste momento em vigor. A fabricante de 'chips' Qualcomm alertou para um potencial impacto do surto no setor, com uma possível diminuição nas vendas e na produção.

Hoje, antes da abertura dos mercados norte-americanos a rede social Twitter divulgou um aumento homólogo de 11% nas receitas para os 1,01 mil milhões de dólares, acima das previsões dos analistas que apontavam para receitas no valor de 994,5 milhões no quarto trimestre do ano passado.
Entre outubro de dezembro de 2019, o Twitter registou um aumento de 7 milhões de pessoas ligadas diariamente para os 152 milhões, face ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a Bloomberg, o consenso de analistas antevia um aumento de utilizadores para 148,1 milhões. 
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