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Perdas superiores a 1% da EDP e BPI penalizam bolsa

A bolsa nacional fechou a cair pela primeira vez em quatro sessões pressionada pelas perdas superiores a 1% da EDP e do Banco BPI. O PSI-20 deslizou 0,32% contrariando a tendência positiva europeia apesar de quatro empresas terem atingido novos máximos.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 30 de Abril de 2007 às 17:22
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A bolsa nacional fechou a cair pela primeira vez em quatro sessões pressionada pelas perdas superiores a 1% da EDP e do Banco BPI. O PSI-20 deslizou 0,32% contrariando a tendência positiva europeia apesar de quatro empresas terem atingido novos máximos.

O principal índice da bolsa nacional cotou nos 12.244,31 pontos com nove acções em queda, seis a subir e cinco inalteradas numa sessão em que a Galp Energia, a PT Multimédia, a Reditus e a Teixeira Duarte tocaram novos máximos.

A contribuir para a tendência negativa da sessão estiveram os dois títulos que passaram a partir de hoje a transaccionar sem direito ao dividendo relativo ao exercício de 2006. A EDP [edp], que vai pagar aos seus accionistas um dividendo de 0,11 euros, desvalorizou 1,72% para os 4,01 euros.

O Banco BPI [bpin], que vai remunerar os seus accionistas com 0,16 euros por acção, perdeu 1,56% para os 6,30 euros. Na restante banca, o Banco Espírito Santo [besnn] contrariou a tendência negativa com uma subida de 0,14% para os 14,72 euros enquanto o Banco Comercial Português [bcp] ficou estável nos 3,09 euros.

Ainda em queda fechou a Portugal Telecom [ptc] que depreciou 0,29% para os 10,47 euros e a Sonae Industria [sona] que escorregou 1,16% para os 9,36 euros.

Do lado dos ganhos de sublinhar hoje a Brisa [brisa], que avançou 1,46% para os 9,71 euros travando maiores perdas. O CaixaBI admite rever em alta a avaliação da empresa depois da concessionária de auto-estradas ter anunciado resultados acima das estimativas dos analistas.

Pela positiva, destacaram-se ainda a Galp Energia e a Teixeira Duarte. A construtora fixou um novo máximo histórico nos 3,47 euros. A Teixeira Duarte avançou 3,03% para os 3,40 euros.

A petrolífera [galp pl] somou 1,15% para os 7,95 euros depois de também ter renovado o valor mais elevado de sempre nos 7,95 euros.

A PT Multimedia, cuja separação do capital da PT foi aprovada na passada sexta-feira, somou 1,32% para os 12,26 euros depois de tocar no valor mais alto desde Dezembro de 2000, nos 12,45 euros. A impulsionar as cotações está a notícia de que a CGD comprou 10% da empresa ao Barclays.

A Lisbon Brokers considera que a cisão da PT Multimédia da Portugal Telecom é uma operação "extremamente positiva" para a empresa que controla a TV Cabo, pelo que considera já a recomendação de "forte compra" e o preço-alvo de 13,80 euros como "conservador".

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