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Perspectivas de consolidação levam Sonaecom a ganhar mais de 6%

A Sonaecom esteve em destaque, na sessão de hoje. Liderou as valorizações no PSI-20, ao apresentar um ganho de mais de 6%, animada pelas perspectivas de consolidação no sector das telecomunicações em Portugal, um cenário que o UBS considera fazer todo o sentido e será gerador de valor.

Paulo Moutinho | Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 03 de Junho de 2010 às 16:46
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A Sonaecom esteve em destaque, na sessão de hoje. Liderou as valorizações no PSI-20, ao apresentar um ganho de mais de 6%, animada pelas perspectivas de consolidação no sector das telecomunicações em Portugal, um cenário que o UBS considera fazer todo o sentido e será gerador de valor.

As acções da dona da Optimus encerraram a sessão nos 1,47 euros, após uma subida de 6,52%. Durante a negociação os títulos da Sonaecom chegaram a valorizar um máximo de 12,32% para 1,55 euros, isto depois de já ontem terem terminado a sessão a subir mais de 8%.

Uma forte subida apresentou também a Zon Multimédia. As acções da empresa presidida por Rodrigo Costa subiram mais de 8%, tendo encerrado a sessão a valorizar 4,01% para 3,297 euros. Já a PT recuou 0,8%, para 8,521 euros, a aliviar da forte subida da sessão anterior, dia em que fixou um máximo desde Janeiro de 2008.

A contribuir para a escalada dos títulos da Zon Multimédia, mas especialmente da empresa liderada por Ângelo Paupério esteve a especulação de que, se a PT avançar com a venda da Vivo à Telefónica, acontecerá um movimento de consolidação em Portugal no sector das telecomunicações.

O UBS analisa este cenário num “research” hoje publicado, afirmando que “faz todo o sentido” a Sonaecom integrar um movimento de consolidação. Se a PT alienar a Vivo ficará com uma forte posição em “cash” e um negócio em queda em Portugal, pelo que um movimento de consolidação doméstico “pode bem ser uma fonte de criação de valor”.

Lembrando que em 2007 a Sonaecom tentou comprar a PT numa OPA que não teve sucesso, o UBS afirma que existe nesta altura “um leque alargado de cenários de consolidação que podem ocorrer no mercado português”, calculando o valor das sinergias num negócio entre as duas operadoras em mil milhões de euros.


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