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Peso do "day trading" na bolsa portuguesa sobe para 11,2%

O peso dos investimentos intradiários, ou "day-trading", no valor transaccionado no segmento accionista da Euronext Lisbon, no segundo trimestre, aumentou em 0,9 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior para os 11,2%.

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 29 de Outubro de 2009 às 17:29
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O peso dos investimentos intradiários, ou “day-trading”, no valor transaccionado no segmento accionista da Euronext Lisbon, no segundo trimestre, aumentou em 0,9 pontos percentuais (p.p.) em relação ao trimestre anterior para os 11,2%, revelou a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As estatísticas trimestrais do regulador adiantam que o valor total negociado em “day-trading”, neste período, avançou 40,0% face ao primeiro trimestre, para os 902,1 milhões de euros. A favorecer este desempenho esteve o “efeito preço”, uma vez que o PSI-20 ganhou 15,2% no período em análise.

Ainda assim, sobressai o forte crescimento (35,1%) verificado nas quantidades negociadas.

“O peso do ‘day-trading’ no valor transaccionado no segmento accionista da Euronext Lisbon subiu 0,9 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior fixando-se nos 11,2%”, adianta o comunicado da CMVM. Face ao período homólogo, assistiu-se a um crescimento deste peso de 0,4 p.p.

Do total do valor de apostas intradiárias efectuadas neste período, 69,5% refere-se a investidores não institucionais e 30,5% a institucionais. Por outro lado 49,9% deste valor teve origem em ordens dadas por telefone, presencialmente ou por fax, 46,8% teve origem em ordens transmitidas por Internet e 3,3% por outros canais electrónicos.

Quanto à residência, os investidores não residentes viram aumentar o seu peso no valor transaccionado, sendo que residentes efectuaram 72,3% do valor total e os não residentes 27,7%.

“As instituições de crédito foram responsáveis por 85,6% do valor total de ‘day-trading’ no segundo trimestre de 2009 (um aumento de 19,5 p.p face ao trimestre anterior)”, refere a CMVM que acrescenta que “o peso das empresas de investimento foi de 14,4% no mesmo período”.



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