Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Petróleo a 16 cêntimos dos 82 dólares em Nova Iorque

O petróleo prossegue a sua escalada, acima dos 80 dólares em Londres e Nova Iorque, numa sessão animada pela subida inferior ao esperado das reservas de crude na semana passada nos EUA e da forte queda dos inventários de gasolina. A forte desvalorização do dólar e o desempenho positivo dos mercados accionistas também estão a ajudar.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 21 de Outubro de 2009 às 18:46
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...
O petróleo prossegue a sua escalada, acima dos 80 dólares em Londres e Nova Iorque, numa sessão animada pela subida inferior ao esperado das reservas de crude na semana passada nos EUA e da forte queda dos inventários de gasolina. A forte desvalorização do dólar e o desempenho positivo dos mercados accionistas também estão a ajudar.

O contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, seguia a disparar 3,40% em Nova Iorque, para 81,81 dólares por barril, depois de ter chegado a atingir 81,84 dólares, o valor mais alto desde 14 de Outubro de 2008. No acumulado do ano, o WTI sobe 83,4%.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, avançava 3,60%, para 80,02 dólares por barril. Desde o início do ano, o Brent acumula uma valorização de 75,5%.

A gasolina para entrega em Novembro está também em forte alta, depois do anúncio sobre os seus “stocks” semanais nos EUA, seguindo a ganhar mais de 3% para os 2,0534 dólares por galão (3,78 litros) – o valor mais alto desde 31 de Agosto. Os preços da gasolina estão a subir há oito sessões consecutivas em Nova Iorque, o que corresponde à mais longa série de ganhos desde Julho.

De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE) apresentados hoje, os “stocks” de crude aumentaram em 1,312 milhões de barris na semana passada, quando os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um acréscimo de 1,5 milhões de barris.

Os inventários da gasolina diminuíram em 2,214 milhões de barris, quando se estimava uma queda de 850 mil barris.

Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – desceram em 784 mil barris, contra a previsão de menos um milhão de barris.

A forte queda do dólar face ao euro, que torna mais atractivas as matérias-primas como investimento alternativo, também está a contribuir para a tendência de subida do “ouro negro”, assim como o desempenho positivo dos mercados accionistas.

Ver comentários
Outras Notícias