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Petróleo alivia de ganhos semanais de 13%

O petróleo aliviava da escalada da semana passada, altura em que acumulou ganhos de 13% em Londres devido às expectativas de que o consumo de gasóleo para aquecimento nas próximas semanas vá aumentar e também devido às notícias que dão conta de que Bin La

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 20 de Dezembro de 2004 às 11:15
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O petróleo aliviava da escalada da semana passada, altura em que acumulou ganhos de 13% em Londres devido às expectativas de que o consumo de gasóleo para aquecimento nas próximas semanas vá aumentar e também devido às notícias que dão conta de que Bin Laden apelou a ataques contra as explorações petrolíferas no Golfo Pérsico.

O «brent» [co1], negociado em Londres, caía 1,34% para os 42,81 dólares (32,12 euros), e o crude [cl1], transaccionado em Nova Iorque, depreciava 0,91% para os 45,86 dólares (34,4 euros).

As previsões climatéricas apontam para temperaturas abaixo do normal, o que pressupõem aumento da procura de combustíveis para aquecimento, pressionando «stocks» que estão abaixo do nível normal para a época do ano, o que fez disparar os preços do petróleo.

O líder da rede terrorista al-Qaeda, Osama Bin Laden, apelou a que se atacassem explorações petrolíferas no Golfo Pérsico e no Iraque, o que ajudou a que os preços avançassem.

Os preços do petróleo vão recuar em 2005 para uma média de 39 dólares (29,26 euros) o barril devido à diminuição da procura e ao aumento do fornecimento por parte da Rússia e da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), segundo um inquérito realizado pela Bloomberg.

No primeiro trimestre a média de preços por barril deve rondar os 43 dólares (32,26 euros), de acordo com os analistas consultados pela agência. Este ano a média é de 41,39 dólares (31,05 euros), o que representa mais 10 dólares do que em 2003 e o valor mais elevado dos últimos 21 anos.

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