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Petróleo alivia de recorde para 118 dólares por barril

O petróleo seguia pouco alterado, a aliviar dos máximos históricos atingidos na sessão de ontem e que levaram o crude a aproximar-se da fasquia dos 120 dólares por barril. A travar a escalada da matéria-prima está o facto dos analistas preverem um aumento

Paulo Moutinho 23 de Abril de 2008 às 09:20
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O petróleo seguia pouco alterado, a aliviar dos máximos históricos atingidos na sessão de ontem e que levaram o crude a aproximar-se da fasquia dos 120 dólares por barril. A travar a escalada da matéria-prima está o facto dos analistas preverem um aumento nos "stocks" dos EUA.

O West Texas intermediate (WTI) [cl1], negociado em Nova Iorque, seguia a cotar nos 118,10 dólares, a subir 0,09%, depois de ontem ter atingido o valor recorde de 119,90 dólares. Em Londres, o "brent" [co1] somava 0,05% para 116,04 dólares, e mantém-se próximo da marca histórica de 116,75 dólares.

Ontem foi um dia agitado nos mercados, com o petróleo a atingir novos valores recorde, impulsionado pela queda do dólar para o valor mais baixo de sempre. O euro consegiu, ontem, superar a fasquia dos 1,60 dólares e fixar uma nova marca histórica contra a moeda norte-americana.

O preço da matéria-prima reagiu também em alta ao ataque a uma refinaria da Royal Dutch Shell na Nigéria que interrompeu a produção de 169 mil barris de petróleo, e à greve na refinaria escocesa da Ineos Group Holdings, que produz diariamente 200 mil barris.

Hoje, os preços estão mais baixos, mas continuam próximo das marcas recorde. A travar a valorização da matéria-prima está o facto do mercado acreditar que as reservas petrolíferas dos EUA aumentaram, na semana passada. Os analistas consultados pela Bloomberg estimam um aumento dos "stocks" de crude de 1,5 milhões de barris.

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