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Petróleo continua a subir com economia chinesa a crescer mais que o esperado

Os preços do petróleo mantinham a tendência de valorização, depois da China anunciar que o crescimento da economia superou as estimativas dos analistas. Ontem o petróleo subiu cerca de 4% com o mercado a especular em torno das reservas de gasolina dos EUA

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 20 de Abril de 2005 às 12:10
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Os preços do petróleo mantinham a tendência de valorização, depois da China anunciar que o crescimento da economia superou as estimativas dos analistas. Ontem o petróleo subiu cerca de 4% com o mercado a especular em torno das reservas de gasolina dos EUA e depois de um tribunal da Rússia ter decidido congelar os activos da petrolífera Yukos.

O West Texas Intermediate (WTI) [cl1], negociado em Nova Iorque, avançava 0,71% para os 52,66 dólares, depois de ontem ter avançado um máximo de 3,93%. O «brent» [co1], transaccionado em Londres, crescia 1,44% para os 53,70 dólares (euros), a somar aos ganhos de 4,25% registados no fecho de ontem.

A economia da China cresceu mais do que o esperado no primeiro trimestre deste ano, impulsionada pelo aumento das exportações e investimentos. O Produto Interno Bruto (PIB) do país, cuja economia representou no ano passado um décimo do crescimento mundial, avançou 9,5%, o que compara com as previsões de expansão de 9% estimadas pelos analistas consultados pela Bloomnerg.

Hoje o Departamento de Energia divulga o relatório das reservas dos EUA, e o mercado está a especular que as reservas de gasolina baixaram na semana passada, numa altura em que as refinarias já estão a operar perto da sua capacidade máxima.

Um tribunal de Moscovo ordenou que os bens que a Yukos ainda controla – depois de, no ano passado, a principal subsidiária da empresa ter sido confiscada e vendida para saldar dívidas fiscais – fossem congelados devido a um processo interposto por outra petrolífera, a Rosneft.

Esta notícia preocupou o mercado porque alguns analistas afirmam que isto pode ser uma nova tentativa das autoridades russas de controlar a empresa.

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