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Petróleo desvaloriza depois de governo norueguês parar greve de trabalhadores

O petróleo caía em Nova Iorque e em Londres, depois do governo da Noruega ter parado a greve – que durava há uma semana – dos trabalhadores dessa matéria-prima, que reduziu em 10% a produção do país que é o terceiro maior exportador do mundo.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 25 de Junho de 2004 às 16:13
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O petróleo caía em Nova Iorque e em Londres, depois do governo da Noruega ter parado a greve – que durava há uma semana – dos trabalhadores dessa matéria-prima, que reduziu em 10% a produção do país que é o terceiro maior exportador do mundo.

O preço do contrato futuro de crude com entrega em Agosto próximo caía 1,45% para os 37,38 dólares (30,72 euros) na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o «brent» com entrega no mesmo mês desvalorizava 0,76% para os 35,03 dólares (28,79 euros) na International Petroleum Exchange (IPE) em Londres.

A produção das refinarias de petróleo norueguesas, situadas no Mar do Norte, deverão regressar ao normal funcionamento dentro de um ou dois dias, disse Per Terje Vold, director da Associação da Indústria do Petróleo da Noruega, em entrevista à Bloomberg.

O governo norueguês enviou um comunicado, depois de empregados de empresas como a Exxon Móbil e a Statoil ASA terem ontem feito um ultimato que dizia que 2,45 mil trabalhadores do sindicato iam parar de trabalhar, numa greve marcada para segunda-feira à noite, o que teria encerrado a maior parte da produção da Noruega.

A Noruega forneceu 6,715 milhões de barris, ou 2,2% do crude importado pelos Estados Unidos da América em Março, informou o Departamento de Energia em Washington.

Os inventários comerciais de petróleo dos Estados Unidos da América cresceram em 14 das últimas 17 semanas, de acordo com a mesma fonte.

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