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Petróleo e «commodities» impulsionam bolsas europeias

As bolsas europeias valorizavam e renovavam máximos de três anos, impulsionadas pelas energéticas e mineiras. Com a subida dos preços do petróleo e dos metais as empresas estão mais optimistas em relação à evolução dos lucros. O Dow Jones Stoxx 50 subia 0

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 17 de Junho de 2005 às 10:29

As bolsas europeias valorizavam e renovavam máximos de três anos, impulsionadas pelas energéticas e mineiras. Com a subida dos preços do petróleo e dos metais as empresas estão mais optimistas em relação à evolução dos lucros. O Dow Jones Stoxx 50 subia 0,23% para os 3.034,61 pontos, atingindo na sessão de hoje o máximo de três anos.

O petróleo mantém a tendência de valorização com o mercado a recear que as refinarias não têm capacidade para produzir o suficiente de matérias acabadas, como o gasóleo, para responder ao aumento da procura. O petróleo sobe pela terceira sessão consecutiva, superando os 57 dólares em Nova Iorque e os 56 dólares em Londres.

O IBEX [ibex] apreciava 0,08% para os 9.632,30 pontos. A Arcelor ganhava 2,11% para os 16,95 euros e a Acerinox subia 1,19% para os 11,87 euros. A Altadis era a empresa que mais recuava no principal índice espanhol, ao recuar 0,85% para os 34,85 euros.

No Reino Unido o Footsie avançava 0,24% para os 5.057,00 pontos com a BP e a Shell Transport, dona de 40% da Shell, a liderarem os ganhos. A BP subia 0,95% e a Shell ganhava 0,99%. A Glaxosmithkline contrariava a tendência e recuava 0,52%.

Em França o CAC [cac] apreciava 0,23% para os 4.194,95 pontos. A Pernod disparou mais de 5,5% depois de se saber que ganhou a batalha pela Allied Domecq. A Constellation Brands e três parceiros anunciaram que não vão comprar a empresa.

O DAX [dax] alemão subia 0,13% para os 4.586,05 pontos, com o Deutsche Post a avançar 0,94% para os 19,35 euros. A E.On valorizava 0,69% para os 71,45 euros. A BMW e a Volkswagen caíam 0,41% para os 36,59 euros e 0,35% para os 37,43 euros, respectivamente. Empresas como as fabricantes de automóveis são afectadas pela subida do petróleo, uma vez que encarece os seus custos e o poder de compra dos consumidores diminui.

Em Amesterdão, o AEX [aex] seguia pouco alterado ao somar 0,01% para os 379,00 pontos. A Royal Dutch Petroleum, dona de 60% da Shell, subia 1,27% para os 51,65 euros enquanto a Philips depreciava 1,35% para os 21,26 euros.

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