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Petróleo em Nova Iorque sobe acima dos 53 dólares

Os preços do petróleo seguiam a subir mais de 2%, cotando acima dos 53 dólares em Nova Iorque, o que representa um novo máximo de quatro meses, depois de ter sido divulgado que as refinarias americanas estiveram a operar ao nível mais baixo desde Outubro.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 02 de Março de 2005 às 20:19

Os preços do petróleo seguiam a subir mais de 2%, cotando acima dos 53 dólares em Nova Iorque, o que representa um novo máximo de quatro meses, depois de ter sido divulgado que as refinarias americanas estiveram a operar ao nível mais baixo desde Outubro.

O crude de Nova Iorque seguia a valorizar 2,65% para os 53,05 dólares, enquanto na bolsa de Londres o barril de «brent» era negociado nos 51,22 dólares, mais 2,22% que na véspera.

O crude está agora a cotar no valor mais elevado desde 27 de Outubro do ano passado, acumulando uma de 45% nos últimos 12 meses. O máximo histórico do crude foi fixado a 25 de Outubro nos 55,67 dólares.

Segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, as refinarias norte-americanas estiveram a operar a 89,3% da sua capacidade na semana passada, o que representa o nível mais baixo desde Outubro passado, altura em que as refinarias estavam a efectuar reparações, devido aos estragos provocados pelo furacão que assolou o Golfo do México.

Este facto indicia que nas próximas semanas poderá surgir uma escassez de oferta nos mercados, o que pressionou os preços e originou a entrada de mais especuladores no mercado de crude.

O Departamento de Energia revelou também que as reservas de destilados – categoria onde se encontra o gasóleo para aquecimento – baixaram em 1,8 milhões de barris na última semana, o que bate as estimativas de uma redução de 1,2 milhões de barris. O frio intenso que se fez sentir nos EUA na última semana contribuiu para um aumento do consumo de gasóleo para aquecimento, pressionando as reservas.

Os «stocks» de crude dos Estados Unidos cresceram em 2,4 milhões de barris. O avanço ficou acima do esperado pelos analistas, que antecipavam um ganho de cerca de um milhão de barris.

No que toca aos inventários de gasolina, o Departamento de Energia revelou que na última semana houve um crescimento de um milhão de barris, dado que fica em linha com o previsto pelos analistas.

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