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Petróleo em queda acentuada negoceia em mínimos de sete meses

O preço do petróleo está a negociar em queda acentuada, recuando mais de 3% em Londres e Nova Iorque para novos mínimos de sete meses. A influenciar esta tendência está o facto dos analistas acreditarem que as reservas de combustíveis dos Estados Unidos v

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 03 de Outubro de 2006 às 20:11
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O preço do petróleo está a negociar em queda acentuada, recuando mais de 3% em Londres e Nova Iorque para novos mínimos de sete meses. A influenciar esta tendência está o facto dos analistas acreditarem que as reservas de combustíveis dos Estados Unidos voltaram a crescer na semana passada.

O crude em Nova Iorque desce 3,74% para os 58,75 dólares e o "brent" em Londres cai 3,44% para 58,37 dólares.

Segundo o painel de analistas consultados pela agência Bloomberg, o Departamento de Energia dos EUA deverá anunciar amanhã que os inventários de gasolina cresceram em 1,5 milhões de barris, na semana passada.

Além da gasolina, os mesmos analistas estimam ainda um aumento idêntico para as reservas norte-americanas de produtos destilados.

Esta expectativa de novos aumentos das reservas vem assim dar menor relevância aos cortes de produção de 170 mil barris por dia anunciados pela Venezuela e pela Nigéria.

Também a pressionar as cotações está o facto de a BP ter anunciado que retomou a produção no campo petrolífero situado no Alasca, prevendo para breve a operação em capacidade máxima.

Os preços do barril de petróleo estão, hoje, 8,6% mais baixos que os registados há um ano atrás. A 14 de Julho deste ano, o preço do petróleo atingiu os 78,40 dólares por barril.

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