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Petróleo perto dos 53 dólares puxa Galp Energia para máximos

A petrolífera portuguesa segue a valorizar mais de 2,5% para máximos desde Abril do ano passado, sustentada pela subida dos preços do petróleo, que negoceiam próximos dos 53 dólares em Londres.

Apesar de ter uma recomendação de “reduzir” para a Galp, o CaixaBI diz que a cotada apresenta uma das “histórias mais singulares” no sector de petróleo e gás na Europa. Segundo o banco, a Galp oferece um “perfil defensivo face a preços do petróleo baixos”, bem como um potencial de subida com a produção no pré-sal no Brasil.
Rui Miguel Pedrosa/Correio da Manhã
Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 09 de Junho de 2016 às 08:22
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A escalada dos preços do petróleo está a impulsionar as acções da Galp Energia. Numa manhã em que as cotações do Brent, em Londres, estão a negociar próximas da barreira dos 53 dólares por barril, a petrolífera portuguesa ganha quase 3%.

A Galp Energia segue a valorizar 2,41% para 12,33 euros, tendo já chegado a ganhar um máximo de 2,91% para 12,39 euros, o que representa a cotação mais elevada desde Abril do ano passado. A sustentar as acções da empresa está a forte subida dos preços do petróleo, que registam o maior ciclo de ganhos em seis semanas.

O Brent, negociado em Londres, valoriza 0,57% para 52,81 dólares por barril, enquanto o WTI; em Nova Iorque, sobe 0,74% para 51,61 dólares por barril, máximos de mais de dez meses. a matéria-prima continua a ser sustentada pela especulação que o excesso de oferta no mercado está a diminuir.

Um relatório divulgado esta quarta-feira, 8 de Junho, nos EUA mostrou que as reservas de crude caíram em 3,23 milhões de barris na semana passada para o valor mais baixo em dois meses. Além da queda das reservas, as cotações estão ainda a reagir ao facto de algumas produtoras de petróleo no Canadá terem sido obrigadas a interromper novamente a produção devido a novos focos de incêndio na região.

O petróleo chegou a negociar em mínimos de 12 anos em Fevereiro, arrastando as empresas do sector petrolífero, mas desde então regista uma forte recuperação. Em 2016, a matéria-prima já sobe 41,6% no mercado londrino.

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