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Petrolíferas e tecnológicas pressionam bolsas norte-americanas

As bolsas norte-americanas terminaram a primeira sessão do ano em queda, pressionadas pelas petrolíferas, devido à queda do preço do petróleo, e pelas tecnológicas, depois de um analista ter cortado a recomendação da Sun Microsystems. O Nasdaq cedeu 1,07%

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 03 de Janeiro de 2005 às 21:05
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As bolsas norte-americanas terminaram a primeira sessão do ano em queda, pressionadas pelas petrolíferas, devido à queda do preço do petróleo, e pelas tecnológicas, depois de um analista ter cortado a recomendação da Sun Microsystems. O Nasdaq cedeu 1,07% e o Dow Jones caiu 0,5%.

O Nasdaq terminou a sessão a descer 2.152,15 pontos, enquanto o Dow Jones fechou nos 10.729,43 pontos.

O preço do crude em Nova Iorque fechou a cair 2,54%, mas chegou a registar uma depreciação de quase 5%, penalizando as companhias petrolíferas.

A Exxon Mobil, maior petrolífera cotada em bolsa do mundo, caiu 2,4%, e foi o título que mais penalizou o Dow Jones. Ainda em queda neste índice, a farmacêutica Merck perdeu 2,55% e a Boeing deslizou 1,41%.

A Wal-Mart foi o título que mais impulsionou o Dow Jones, depois de ter anunciado que as vendas deverão ter aumentado 3% em Dezembro, impulsionadas por compras efectuadas após o Natal. Os títulos da retalhista avançaram 1,06%.

A Sun Microsystems destacou-se no Nasdaq, com uma queda de 5,02%, depois de um analista da Sanford ter cortado a recomendação da companhia para «underperform». Também a pressionar o índice tecnológico a Intel caiu 1,37% e a Oracle baixou 2,26%.

As empresa de Internet impediram maiores quedas no Nasdaq, depois da Goldman Sachs ter elevado as previsões de receitas para o Google e o Yahoo! no quarto trimestre. As acções do motor de busca mais utilizado do mundo avançaram 5,15% e já valem mais de 200 dólares, enquanto os títulos do Yahoo! cresceram 1,54%.

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