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Pharol dispara mais de 20% após lucros da Oi

As acções da Pharol estão a ganhar em força. Seguiam com ganhos tímidos mas os resultados da Oi impulsionaram o desempenho da empresa liderada por Luís Palha da Silva. Os títulos já chegaram a subir mais de 30%.

Luís Palha da Silva, na primeira assembleia-geral como presidente da Pharol, chega acompanhado do advogado André Luiz Gomes.
Pedro Elias
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 13 de Agosto de 2015 às 12:21
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E, depois dos mínimos históricos, veio a subida em flecha. As acções da Pharol estão a ganhar mais de 20%, num movimento que ganhou força pelas 11h30, logo depois de apresentados os lucros semestrais da Oi, o principal activo da empresa portuguesa. 

As acções da companhia presidida por Luís Palha da Silva (na foto) estão a subir 22,73% face ao fecho de ontem, negociando nos 0,324 euros por acção. Já subiram aos 0,341 euros, altura em que registavam uma valorização próxima de 30%. 

As contas da Oi começaram a ser reveladas a partir das 11h15 e, a partir daí, iniciou-se um ganho significativo para as acções da Pharol. As acções voltaram a negociar acima dos 0,30 euros, de onde tinham descido na semana passada.

 

Antes disso, os títulos da companhia seguiam a transaccionar em torno dos 0,27 euros, o que representava um ganho inferior a 2% em relação à sessão de ontem.

Já foram negociadas mais de 9,4 milhões de acções da empresa, acima da média por sessão de 7,4 milhões de títulos trocados. 

 

O comportamento desta quinta-feira é completamente contrário àquele que se tem verificado nos últimos dias. Nas sete sessões anteriores, a Pharol perdeu terreno e desceu mesmo a cotações nunca antes vistas, nos 0,26 euros. 

 

O movimento de hoje deveu-se à divulgação dos resultados semestrais da Oi, onde a Pharol tem 27,5% do capital – e possibilidade de ter mais, caso consiga recuperar os 897 milhões de euros investidos em papel comercial da Rioforte, actualmente em insolvência. O lucro foi de 224 milhões de reais (57,9 milhões de euros) nos primeiros seis meses do ano em termos recorrentes, acima dos 10 milhões de reais (2,5 milhões de euros) alcançados no período homólogo.

Curiosamente, tinha sido a tendência de descida da própria Oi a motivar as quedas da Pharol na Bolsa de Lisboa. A participação de 27,5% no capital da Oi é o principal activo da empresa portuguesa, a que se acresce uma opção de compra de mais 10% na eventualidade de se recuperar todo o papel comercial investido na Rioforte, no valor de 897 milhões de euros. 


 





(Notícia actualizada com mais informações às 38 pela última vez)

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