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Podem os BRIC salvar o mundo?

A teoria do "decoupling", segundo a qual uma recessão nos Estados Unidos decorrente do colapso do "subprime" não significaria, necessariamente, uma recessão na Europa, sobreviveu escassos meses. Já a que sustenta que os países emergentes - em especial os chamados BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) - vão continuar a crescer, numa rota que os levará em três ou quatro décadas à liderança mundial, promete ter uma vida útil mais longa.

Eva Gaspar egaspar@negocios.pt 21 de Outubro de 2008 às 00:01
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A teoria do "decoupling", segundo a qual uma recessão nos Estados Unidos decorrente do colapso do "subprime" não significaria, necessariamente, uma recessão na Europa, sobreviveu escassos meses. Já a que sustenta que os países emergentes - em especial os chamados BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) - vão continuar a crescer, numa rota que os levará em três ou quatro décadas à liderança mundial, promete ter uma vida útil mais longa.

Mas apenas se a contracção na procura dos países desenvolvidos não fizer desmoronar os sectores exportadores e a crise financeira deflagrada em solo norte-americano não deitar por terra os seus (frágeis) circuitos de crédito. E, actualmente, nada disso é certo, como sugere o nervosismo dos investidores que provocou quedas abissais nas bolsas dos quatro países que carregam, agora, nos ombros a responsabilidade de impedir uma recessão global.

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