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Praças europeias em máximos de cinco anos

As principais praças europeias seguiam a negociar em máximos de cinco e seis anos, impulsionadas pelas operações e pelos rumores de fusões e aquisições. O Dow Jones Stoxx 50, o índice que agrega as cinquenta maiores cotadas, avançava 0,42% para os 3.547 p

Paulo Moutinho 17 de Março de 2006 às 12:07
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As principais praças europeias seguiam a negociar em máximos de cinco e seis anos, impulsionadas pelas operações e pelos rumores de fusões e aquisições. O Dow Jones Stoxx 50, o índice que agrega as cinquenta maiores cotadas, avançava 0,42% para os 3.547 pontos.

A Vodafone ganhava 0,58% para os 130,75 pence, o valor mais elevados dos últimos quatro meses, depois de ter chegado a acordo com a Softbank para vender a sua unidade japonesa por 15,4 mil milhões de dólares. Os ganhos da operadora móvel contribuíam para a valorização de 0,67% do FTSE [ukx] para os 6.033 pontos, depois de ter renovado no início da negociação o valor mais elevado desde 2001, ao tocar nos 6.044 pontos. A impulsionar estavam também a petrolífera BP que ganhava 1,52% e a Prudential que subia 6,45% para os 668 pence, depois do HSBC ter subido o preço-alvo dos títulos da seguradora para os 774 pence.

O DAX [dax] avançava 0,58% para os 5.932 pontos, depois de ter tocado no máximo de 2001 pontos, impulsionado pela valorização de 2,14% da fabricante de automóveis Volkswagen que beneficiou da subida da recomendação para «overweight» de «underweight» por parte da Merrill Lynch. A contribuir para os ganhos do índice alemão está também o Deutsche Bank que avançava 1,63% para os 95,55 euros.

As valorizações de 1,46% da petrolífera Total e de 1,82% da seguradora Axa levavam o CAC [cac] a subir 0,52% para os 5.152 pontos, depois de ter renovado o valor mais elevado dos últimos cinco anos. A contribuir para os ganhos, estão também os títulos da Vivendi Universal, que subiam 1,20% para 27,83 euros, depois da UBS ter afirmado que a empresa é «atractiva» para uma possível oferta de aquisição.

A financeira ING Groep avançava 0,97% para os 32,32 euros e a ABN Amro subia 0,20% para os 24,96 euros e levava o AEX [aex] a valorizar 0,48% para os 466 pontos, depois de ter renovado o máximo de 2002.

Em Espanha, o IBEX [ibex], que também renovou máximo de 2000, valorizava 0,48% para os 11.919 pontos impulsionado pelos ganhos de 0,74% do banco Santander e de 0,70% do banco BBVA.

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