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Prejuízos da Fannie Mae pressionam negociação em Wall Street (act.)

Os principais índices norte-americanos seguiam em queda, com os investidores a reflectirem os receios em relação ao impacto e à dimensão da crise dos mercados imobiliário e de crédito. Estes receios surgem depois da Fannie Mae ter anunciado um aumento de

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Os principais índices norte-americanos seguiam em queda, com os investidores a reflectirem os receios em relação ao impacto e à dimensão da crise dos mercados imobiliário e de crédito. Estes receios surgem depois da Fannie Mae ter anunciado um aumento de capital para fazer face às perdas provocadas pela crise de crédito.

O Dow Jones [indu] descia 0,77% para 12.869,55 pontos e o Nasdaq [ccmp] caía 0,68% para 2.447,28 pontos.

A Fannie Mae revelou, antes da abertura do mercado, que nos primeiros três meses do ano registou prejuízos de 2,19 mil milhões de dólares, ou 2,57 dólares por acção, um valor que compara com os 64 cêntimos de prejuízo previstos pelos analistas.

A empresa já anunciou que vai realizar um aumento de capital no valor de seis mil milhões de dólares e que as perdas de crédito relacionadas com o "subprime" foram superiores ao esperado e atingiram os 8,9 mil milhões de dólares.

As acções da Fannie Mae deslizavam 7,03% para os 26,30 dólares.

Antes o UBS, o banco europeu que mais perdas registou com a crise do crédito de alto risco, tinha alertado para "difíceis condições de mercado" devido ao "subprime". O banco suíço, que apresentou esta manhã novos prejuízos trimestrais, anunciou que vai cortar 5.500 postos de trabalho, representativos de 7% da sua força de trabalho.

As bolsas europeias também estão em queda e já perdem mais de 1%, acentuando a tendência de perdas após a divulgação de resultados da Fannie Mae.

O sector bancário era dos mais penalizados, com o Citigroup a perder 1,55% para os 25,35 dólares e o JPMorgan a descer 1,4% para os 47,33 dólares.

O sector tecnológico também seguia em queda, com a Google a perder 1,39% para os 586,65 dólares.

Em sentido contrário seguia a Yahoo que ganhava 2,67% para os 25,02 dólares, depois de ontem ter registado uma forte queda após o anuncio de desistência da Microsoft em adquirir a empresa. Hoje responsáveis da Yahoo já afirmaram que a empresa está aberta a uma possível compra, desde que o preço oferecido seja justo. A Microsoft subia 0,69% para os 29,28 dólares.

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