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Prisa poderá cotar-se no Nasdaq

O grupo de media espanhol está a analisar a possibilidade de passar a estar cotado no índice tecnológico Nasdaq, revelou ontem Juan Luis Cebrian, CEO do grupo, em Nova Iorque, na apresentação da "joint venture" que criará uma empresa de "retail media" que quer entrar também no mercado português.

Elisabete de Sá esa@negocios.pt 27 de Agosto de 2009 às 12:01
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O grupo de media espanhol está a analisar a possibilidade de passar a estar cotado no índice tecnológico Nasdaq, revelou ontem Juan Luis Cebrian, CEO do grupo, em Nova Iorque, na apresentação da “joint venture” que criará uma empresa de “retail media” que quer entrar também no mercado português.

“A Prisa já pensou em muitas ocasiões em passar a estar cotada fora dos mercados espanhóis e, a darmos esse passo, ele deverá ser feito no mercado tecnológico norte-americano”, disse o responsável.

As declarações de Cébrian, citadas pela imprensa internacional, foram feitas durante uma conferência de imprensa na sede do Nasdaq, para assinalar o acordo entre a Prisa e a cada de investimento norte-americana Talos Partners, dona da empresa de “retail media” In-Store Broadcasting Network.

Através de uma “joint venture” – com a Talos a assumir de 4,5% no capital do grupo espanhol, à qual se somam opções de compra futuras – a Talos Partners e a Prisa passam a apresentar-se juntas ao mercado sob a forma de Prisa IBN International, uma empresa que juntará o know-how da Prisa em matéria de conteúdos à experiência e tecnologia da IBN na área do “retail media”.

Nos EUA a IBN está hoje presente em mais de 13.500 espaços comerciais, chegando os seus conteúdos, de programação e publicitários, a um universo de 150 milhões de consumidores mensais.

Esta união de esforços visa produzir efeitos não só no mercado latino-americano, no qual a Prisa está bem implantada através de cadeias de rádio, mas também na Europa, nomeadamente em Portugal e Espanha.

Esta “joint-venture” é, segundo Cébrian, o início de uma nova estratégia através da qual a Prisa pretende “converter-se numa empresa de tecnologia avançada”.

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