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PSI-20 no vermelho com BCP a perder quase 4%

A bolsa nacional seguiu a tendência de forte quebra na Europa, resvalando quase 2% com o banco BCP a liderar as descidas.

A bolsa portuguesa tem sido incapaz de atrair novas empresas para o mercado de capitais português.
Miguel Baltazar
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 24 de Junho de 2020 às 16:44
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A bolsa nacional fechou em queda, com o principal índice, o PSI-20, a perder 1,75% para os 4.371,92 pontos. A contribuir estiveram 17 cotadas em queda, deixando apenas uma isolada no verde.

Os mercados acionistas sofrem em ambas as margens do Atlântico, num dia em que volta a estar em cima da mesa a imposição de tarifas dos Estados Unidos sobre a Europa.

Esta perspetiva surge ao mesmo tempo que novos surtos de covid-19 se multiplicam, exacerbando o risco de desaceleração da recuperação económica a nível mundial. Esta quarta-feira, FMI atualizou as suas estimativas e avança com um cenário ainda mais sombrio para a economia mundial, que enfrenta "uma crise como nenhuma outra e uma recuperação incerta".

Por cá, o BCP liderou as perdas, ao cair 3,83% para os 11,05 cêntimos, depois de ter chegado a descer 3,92% para os 11,04 cêntimos durante a sessão.

O banco liderado por Miguel Maya seguiu a tendência da banca europeia, que foi um dos três setores que mais perdeu dentro do universo das 600 maiores cotadas da Europa.

Forte no vermelho esteve também o setor energético, com as pesadas EDP Renováveis e Galp a recuarem, respetivamente, 3% para os 11,64 euros e 2,71% para os 10,58 euros.

Em dia de reunião de acionistas, a Jerónimo Martins foi a cotada que menos caiu, com um deslize de 0,19% para os 15,80 euros. A retalhista marca encontro esta quarta-feira depois de ter cancelado a reunião que chegou a estar marcada para 16 de abril. E agora propõe um dividendo de 20,7 cêntimos por ação, em vez dos 34,5 cêntimos propostos anteriormente.

Também a Navigator realiza uma assembleia-geral extraordinária a fim de transitar os resultados conseguidos pelo exercício de 2019 para reservas livres. Isto depois de ter cancelado a distribuição de dividendos. A papeleira terminou a sessão com uma desvalorização de 1,08% para os 2,19 euros.


(Notícia atualizada às 16:56)
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