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PSI-20 soma pela terceira sessão com BCP a subir mais de 3%

O otimismo dos investidores em relação a dois dos grandes focos de tensão económica internacional - o Brexit e o acordo EUA-China - está a contagiar as várias praças acionistas, e Lisboa não é exceção.

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Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 13 de Dezembro de 2019 às 08:09
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O principal índice nacional, o PSI-20, abriu com uma valorização de 0,79% pra os 5.236,44 pontos, com 13 cotadas a subir, duas a descer e apenas três inalteradas.  

O otimismo inunda os mercados depois de um dia de progressos significativos em duas das frentes de maior preocupação para os investidores: o acordo comercial entre os Estados Unidos e a China e o rumo da economia britânica. O presidente dos Estados Unidos aprovou ontem, já depois do fecho da sessão, os termos de um acordo comercial parcial (chamado de "fase um") e que vai permitir travar a entrada em vigor de uma nova fornada de tarifas aduaneiras a partir de 15 de dezembro. 

Na mesma noite, os britânicos voltaram das urnas e souberam que o candidato eleito para primeiro-ministro foi Boris Johnson, o candidato que fez do lema "Vamos 'despachar' o Brexit" o mote da campanha. A escolha de Boris representa, deste modo, uma esperança para que se termine com o período de indefinição em relação à saída da União Europeia. 

Em Lisboa, o BCP lidera os ganhos e soma 3,08% para os 20,44 cêntimos. Ainda em força no verde estão as papeleiras, com a Altri, Navigator e Semapa a valorizarem, respetivamente, 2,65% para os 6 euros, 1,33% para os 3,67 euros e 1,28% para os 14,22 euros. No "clube" das cotadas que apreciam mais de 1% cabem nove membros do PSI-20.

Com ganhos mais moderados mas ainda significativos estão os pesos pesados Jerónimo Martins, Galp e EDP, que também alinham no verde. A retalhista sobe 0,30% para os 14,87 euros e a Galp ultrapassa por pouco com uma valorização de 0,38% para os 14,51 euros.

Por fim, a elétrica avança 0,59% para os 3,73 euros, numa altura em que tem dado que falar. Numa entrevista ao jornal espanhol Cinco Dias, o CEO, António Mexia, afirmou que a EDP iria avaliar a curto prazo as ofertas para alguns dos seus ativos hidroelétricos. Paralelamente, foi noticiado que a empresa colocou uma ação administrativa contra o Estado no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, a exigir 717 milhões de euros relativos ao fundo de hidraulicidade, entretanto extinto, que servia para amortizar o impacto das secas no custo da energia.

(Notícia em atualizada às 08:18)

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