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PSI-20 atinge novo máximo impulsionado por EDP e PT e BPI

A bolsa nacional, depois de bater novo máximo do ano, negociava a subir 0,18% comandada pelas subidas da Electricidade de Portugal (EDP), da Portugal Telecom e do BPI, que fixou um novo máximo do ano. O BCP e a Brisa pressionavam o índice.

Pedro Viana pviana@mediafin.pt 18 de Dezembro de 2003 às 11:27
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A bolsa nacional, depois de bater novo máximo do ano, negociava a subir 0,18% comandada pelas subidas da Electricidade de Portugal (EDP), da Portugal Telecom e do BPI, que fixou um novo máximo do ano. O BCP e a Brisa pressionavam o índice.

O índice PSI-20 [PSI20] marcava 6.646,35 pontos, com oito títulos em subida, sete inalterados e os restantes cinco em queda. O índice nacional já fixou hoje um novo máximo do ano nos 6.652,01 pontos.

A evolução do PSI-20 estava a ser determinada pelo Banco BPI a aumentar 1,08% para 2,81 euros, depois de fixar um novo máximo anual nos 2,82 euros. «Os investidores parecem acreditar que o BPI é um possível alvo de uma aquisição», explica a Espírito Santo Research no Iberian Daily de hoje.

A EDP [EDP] liderava a liquidez, com mais de 3 milhões de acções a mudarem de titular, e crescia 0,49% para 2,05 euros. O preço de venda de 18,5% do capital da Galp Energia à Rede Eléctrica Nacional avalia a empresa num valor abaixo das estimativas dos analistas do Espírito Santo Research e do BPI, que afirmam que a esta diferença tem um impacto entre 2 a 3 cêntimos no preço das acções da Electricidade de Portugal.

A Sonae [SON] valorizava 1,49% para 0,68 euros e a Portugal Telecom [PTC] aumentava 0,26% para 7,70 euros por acção, recuperando as quedas das últimas sessões.

A destoar estava o Banco Comercial Português [BCP], que caia 0,57% para os 1,75 euros. A Brisa [BRISA] também pressionava o índice com uma desvalorização de 0,19%.

Confiança na Alemanha impulsiona Bolsas

As praças Europeias negociavam em ligeira subida depois do instituto Ifo ter comunicado que o índice de confiança económica na Alemanha, a maior economia europeia, aumentou pelo oitavo mês consecutivo, atingindo um máximo de nove anos.

O Dow Jones Stoxx 50 somava 0,12% para 2.594 pontos, com o avanço das empresas de energia e das petrolíferas e pressionado pela banca. O preço do petróleo está hoje em máximos desde o início da guerra do Iraque, impulsionando as cotações das companhias do sector. O novo máximo do euro, no entanto, impedia maiores ganhos.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] seguia a valorizar 0,18% para 3486,17 pontos, impulsionado pela petrolífera Total Fina, a subir 0,49% para 143,7 e pela France Telecom a crescer 1,02% para 22,68. As acções da construtora Bouygues anulavam parcialmente as subidas de ontem, ao cair 1,16% para 26,34, depois desta ter anunciado ontem lucros acima das projecções dos analistas.

Na Alemanha, o DAX [DAX] cotava nos 3.851,91 pontos, a subir 0,11%, impulsionado pela eléctrica E.ON que acumulava 0,70% para 5,43 euros e pressionado pela Siemens a cair 0,63% para 61,96 euros e pela Deutsche Telekom a resvalar 0,43% para 14,03 euros.

Na praça londrina, o FTSE 100 [UKX] crescia 0,24% para 4.364,80 pontos, com as petrolíferas a liderar as subidas. A BP subia 1,09% para 4,41 libras e a Shell Transport, que controla 40% da Shell, aumentava 1,02% para as 40,41 libras euros. A pressionar estava a farmacêutica Glaxosmithkline, a depreciar 0,47% para 12,65 libras.

O AEX [AEX] de Amesterdão acumulava 0,13% para 326,30 pontos, com a Philips, empresa ligada à indústria dos «chips» e dos equipamentos electrónicos, a crescer 0,76% para 22,64 euros, à frente da Royal Dutch Petrolium, empresa holandesa que controla 60% da petrolífera Shell, que valorizava 1,02% para 40,41 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] negociava em subida de 0,22% para 7.523 pontos, com as valorizações de 0,66% da eléctrica Iberdrola e de 0,94% da petrolífera Repsol, a serem anuladas pelas quedas da banca, nomeadamente, do Santander e BBVA na ordem dos 0,40%.

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