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PSI-20 desce quase 1% penalizado por BCP

O principal índice da bolsa de Lisboa está a acentuar as perdas registadas no arranque da sessão, desvalorizando agora perto de 1%. Destaque para as acções do BCP, que renovaram já um mínimo histórico.

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A bolsa de Lisboa está a acentuar a desvalorização registada no arranque da sessão. O PSI-20 desce 0,81% para 4.574,30 pontos, com 15 cotadas em queda, uma em alta e duas inalteradas.

Entre as restantes praças europeias, o sentimento é também negativo, com o espanhol IBEX 35 a liderar as perdas na Europa, ao recuar 1,15%, seguido por Milão, com o principal índice italiano a descer 0,96%. As praças do Velho Continente estão assim a aliviar dos ganhos registados na última sessão. Os investidores estavam optimistas que os bancos centrais iriam continuar a apoiar o crescimento económico alimentou os mercados.

Entre as cotadas que mais penalizam o índice português estão os títulos do BCP, que já estiveram a afundar mais de 7% nas primeiras horas de negociação, inaugurando um novo mínimo histórico. Recuam agora 5,19% para 0,0146 euros.

O banco saiu há uma semana do índice Stoxx 600, perdendo visibilidade, e tem em curso negociações que devem terminar no final do mês para estabelecer a entrada dos chineses da Fosun no capital. Esta quinta-feira a agência de notação Fitch chamava a atenção para a posição de capital "vulnerável" do banco, o que já "está reflectido no rating", embora "as negociações com a Fosun para injectar capital podem representar algum alívio". Ontem também o FMI salientou a urgência da banca portuguesa em resolver o problema do crédito malparado, pedindo uma "nova abordagem" para a questão.

Ainda na banca, o BPI continua inalterado nos 1,13 euros, menos de meio cêntimo abaixo dos 1,134 euros do valor melhorado da OPA do CaixaBank sobre o banco liderado por Fernando Ulrich. Ontem à noite o banco catalão comunicou ao mercado ter vendido 9,9% do seu capital, em acções próprias, encaixando 1.322 milhões de euros que vão ser usados na aquisição do BPI. 

Com quedas superiores a 1% estão ainda a Galp - numa sessão em que os preços do petróleo nos mercados internacionais permanecem em recuo perante sinais de ausência de acordo entre os principais produtores mundiais para estabilizar o mercado - e a Mota Engil, tal como a Navigator.

Da mesma ordem são as quedas dos CTT. A empresa postal regressa esta sexta-feira a mínimos de Janeiro de 2014, a cair 1,07% para 6,096 euros por cada acção. 

A única valorização no índice cabe à Nos, que ganha 0,32% para 6,181 euros.

(Notícia actualizada)

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