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PSI-20 mantém ganhos no dia da migração para a Euronext

A bolsa nacional negociava em subida, com o PSI-20 a avançar 0,44%, seguindo tendência dos principais índices europeus. A PT, a EDP e Sonae eram os títulos que mais contribuíram para a valorização do índice e o BCP e PT Multimédia travavam uma maior valor

Bernardo Meira bmeira@mediafin.pt 07 de Novembro de 2003 às 11:21
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A bolsa nacional negociava em subida, com o PSI-20 a avançar 0,44%, seguindo tendência dos principais índices europeus. A PT, a EDP e Sonae eram os títulos que mais contribuíram para a valorização do índice e o BCP e PT Multimédia travavam uma maior valorização.

O índice PSI-20 [PSI20] cotava nos 6.382,97 pontos, com nove das acções em subida, quatro inalteradas e sete em queda.

No sector da banca, o Banco BPI [BPIN] valorizava 0,75% para os 2,70 euros, juntamente com o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] que avançava 0,24% para os 12,34 euros. O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] recuava 0,58% para os 1,72 euros.

O BCP convocou para o próximo dia 11 de Dezembro uma Assembleia Geral de obrigacionistas para se pronunciarem sobre a fusão da AF, do BCP Leasing, da Tecnilease e da Chemical no grupo.

A ordem de trabalhos do dia inclui a pronunciação dos obrigacionistas «sobre o projecto de fusão por incorporação da AF – Gestão de Patrimónios» e «sobre o projecto de fusão por incorporação da BCP Leasing, Tecnilease – Comércio e Aluguer de Equipamento e Chemical SGPS», no BCP.

A eléctrica nacional, a EDP [EDP], subia 1,03% para os 1,97 euros, com mais de um milhão de títulos negociados e a operadora de telecomunicações Portugal Telecom (PT) [PTC] avançava 1,67% para os 7,32 euros, com 1,3 milhões de títulos transaccionados.

A PT tem projectos em estudo para crescer por aquisições. Apesar da prioridade ser o Brasil, há quem defenda que a PT está a olhar para a operadora Mónaco Telecom, para a Sogecable (em Espanha) e para a CTM. Em Portugal, a PT pode comprar a Optimus e fazer uma parceria na Lusomundo Media, noticiou hoje o «Semanário Económico».

A Impresa [IPR], recuava 0,28% para os 3,51 euros, enquanto a Brisa se mantinha inalterada nos 5,34 euros e a Cimpor [CIMP] avançava 0,79% para os 3,83 euros.

A Cofina [COFI] mantinha-se inalterada nos 2,46 euros, juntamente com a Portucel [PTCL] que se mantinha inalterada nos 1,33 euros. A Sonae SGPS [SON] liderava os ganhos ao valorizar 1,69% para os 0,60 euros, sendo o papel mais transaccionado com 1,7 milhões de títulos movimentados.

A Sonae quer que a venda dos 30% da Portucel seja feita em bolsa através de uma oferta pública de venda (OPV), segundo reafirmou uma fonte próxima da Sonae à Lusa. O Governo reagiu avançando que o decreto-lei da privatização da papeleira «não permite uma OPV».

Praças europeias sobem impulsionadas por banca e telecomunicações

Na praça londrina, o FTSE 100 [UKX] subia 1,1% nos 4.371,60 pontos. A contribuir mais para a subida do índice, o banco HSBC avançava 2% para as 9,11 libras, juntamente com a operadora de telecomunicações Vodafone, que valorizava 1,4% para as 1,26 libras. A liderar os ganhos, a gestora de fundos Amvescap subia 2,9% para as 4,25 libras.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] avançava 0,92% para os 3.443,66 pontos. A operadora de telecomunicações France Telecom liderava os ganhos em 2,6% para os 21,03 euros. O banco Société Générale subia 2% para os 67,2 euros, onde a recuperação dos mercados accionistas está a impulsionar os resultados dos bancos, que conseguem incrementar os seus lucros com a recuperação de investimentos, mais operações de Bolsa e de fusões e aquisições. Nas perdas, a fabricante e distribuidora de cosméticos recuava 0,3% para os 64,05 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] negociava ganhando 0,52% nos 7.265,70 pontos. A liderar os ganhos estavam a operadora de telecomunicações Telefónica que avançava 0,6% para os 10,86 euros, o banco BBVA que subia 0,9% para os 10,08 euros e o banco Santander que valorizava 0,5% para os 8,52 euros. Nas perdas, a petrolífera Repsol recuava 0,6% para os 15,14 euros.

Os lucros da Repsol, maior petrolífera espanhola, diminuíram 3,9% no terceiro trimestre, não só afectadas com a desvalorização do dólar, mas também porque uma explosão reduziu as suas vendas.

Na Alemanha, o DAX [DAX] subia 1,43% nos 3.787,21 pontos. A liderar as valorizações, a farmacêutica Bayer subia 7,1% para os 22,55 euros, juntamente com fabricante de produtos electrónicos Siemens que avançava 2% para os 61,44 euros e a seguradora Allianz que valorizava 1,7% para os 94,9 euros.

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