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PSI-20 perde mais de 3% com 19 acções em queda (act.)

A bolsa nacional encerrou em forte queda, acompanhando a tendência dos congéneres europeus que também acentuaram as perdas depois dos EUA revelarem que o sector de serviços entrou em contracção, no mês de Janeiro. O PSI-20 perdeu 3,48%, num dia em que 19

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 05 de Fevereiro de 2008 às 16:46
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A bolsa nacional encerrou em forte queda, acompanhando a tendência dos congéneres europeus que também acentuaram as perdas depois dos EUA revelarem que o sector de serviços entrou em contracção, no mês de Janeiro, evidenciando que a recessão na maior economia do mundo está cada vez mais perto. O PSI-20 perdeu 3,48%, num dia em que 19 cotadas caíram.

O principal índice da bolsa nacional [psi20] recuou para os 11.078,74 pontos, com apenas uma empresa a subir. Se excluirmos a "segunda-feira negra" [a 21 de Janeiro de 2008 o PSI-20 caiu mais de 5%], esta é a maior queda do PSI-20 desde 2002.

Os congéneres europeus também fecharam a perder mais de 3%, penalizados pelo aumento dos receios de recessão económica nos EUA, depois de ter sido divulgado que o sector dos serviços norte-americano entrou em recessão, em Janeiro.

As quedas foram assim generalizadas, entre as cotadas nacionais, num dia em que a liquidez do índice superior a 200 milhões de euros, apesar do feriado de Carnaval.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] desceu 4,4% para 1,955 euros, o Banco BPI [bpin] perdeu 4,3% para 3,335 euros e o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] recuou 2,01% para 11,72 euros.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] desvalorizou 4,52% para 4,115 euros e a Galp Energia [galp pl] cedeu 5,2% para 15,85 euros. Nem a revisão em alta do preço-alvo por parte da Lisbon Brokers conseguiu que a Galp fechasse a subir. A casa de investimento aumentou o "target" para a petrolífera de 17 para 19 euros, uma notícia que chegou a animar a negociação das acções, mas que depois da divulgação do índice ISM dos EUA não foi suficiente para sustentar os títulos.

A Jerónimo Martins [jmar] fechou a perder 6,04% para 5,215 euros, no dia em que a Goldman Sachs reviu em baixa o preço-alvo para a empresa de 4,90 para 4,80 euros.

No sector das telecomunicações, a Portugal Telecom (PT) [ptc] desceu 2,6% para 8,43 euros, a Sonaecom [snc] recuou 5,51% para 2,57 euros e a Zon Multimedia [ptm] recuou 0,44% para 9,06 euros.

No grupo Sonae, além da queda da Sonaecom, a Sonae SGPS [son] desceu 3,47% para 1,25 euros, a Sonae Indústria [soni] desceu 6,04% para 4,67 euros e a Sonae Capital [sonc], que não se encontra nos PSI-20, cedeu 4,37% para 1,75 euros.

A contrariar a tendência de queda do PSI-20 esteve a Soares da Costa [sco] que ganhou hoje 0,54% para 1,87 euros.

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