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PSI-20 sobe mais de 1% impulsionado pela banca e PT

A banca está a registar ganhos acentuados, com o BPI a destacar-se depois de ter apresentado resultados do primeiro semestre que convenceram os investidores. A PT também avança mais de 2% o que está a impulsionar a bolsa nacional.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 22 de Julho de 2010 às 12:00
A bolsa nacional segue a subir mais de 1% e a acompanhar a evolução das congéneres europeias numa altura em que oito dos 20 títulos do PSI-20 estão a subir mais de 1%. Os principais congéneres europeus também seguem com ganhos superiores a 1% depois de terem sido divulgados dados económicos que revelam que a indústria europeia está a crescer, sobretudo na Alemanha.

O PSI-20 sobe assim 1,16% para 7.209,92 pontos, com 15 acções em alta, três em queda e duas inalteradas.

A Portugal Telecom é a acção que mais impulsiona o índice, depois de ontem ter sido o título que mais pressionou. As acções da operadora valorizam 2,12% para 8,107 euros, num dia em que o presidente do BES, um dos maiores accionistas da PT, defendeu a separação da Telefónica e o investimento no Brasil através de outras empresas e revelou que estão a decorrer negociações.

Ricardo Salgado confirmou que "há conversas e há contactos" com outras empresas para a PT ficar no Brasil.

A banca também está a contribuir para a subida do índice, com o BPI a avançar 3,62% para 1,605 euros, a beneficiar dos resultados do primeiro semestre do ano apresentados ontem ao final do dia. Os lucros aumentaram 11,8% no primeiro semestre em termos homólogos, para 99,5 milhões de euros, acima do esperado pelos analistas sondados pela Reuters, que previam uma queda de 5%.

O restante sector da banca também está a valorizar. O BCP sobe 2,76% para 0,632 euros e o BES avança 1,63% para 3,374 euros, num dia em que Ricardo Salgado disse estar confiante de que a banca nacional vai passar nos testes de resistência e que não será necessário efectuar aumentos de capital.

A travar maiores ganhos estão as acções da Jerónimo Martins, que descem 1,47% para 8,25 euros, depois de ontem terem subido e atingindo um novo máximo histórico, de 8,565 euros, a reflectir uma nota de análise do Santander onde a casa de investimento qualificou a dona do Pingo Doce de “preferida” entre os retalhistas alimentares europeus.

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