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Queda do emprego limita ganhos nas bolsas dos EUA

Os índices norte-americanos seguem a valorizar animados pela Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada à Yahoo! pela Microsoft. No entando, a queda do emprego pela primeira vez em quatro anos limitava os ganhos na bolsa de Nova Iorque. O Dow Jones avançav

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 01 de Fevereiro de 2008 às 15:26
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Os índices norte-americanos seguem a valorizar animados pela Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada à Yahoo! pela Microsoft. No entanto, a queda do emprego pela primeira vez em quatro anos limitava os ganhos na bolsa de Nova Iorque. O Dow Jones avançava 0,90% e o Nasdaq subia 1,12%.

O Dow Jones [indu] cotava nos 12.764,00 pontos e o Nasdaq [ccmp] marcava 2.416,73 pontos

O lançamento da OPA à Yahoo! pela Microsoft levou os futuros dos índices norte-americanos a ganharem mais de 1% mas a divulgação posterior de dados negativos sobre o emprego acabou por diluir esse efeito positivo, relembrando os investidores que os Estados Unidos estão à beira de uma recessão.

A maior economia do mundo perdeu inesperadamente empregos, em Janeiro, pela primeira vez em mais de quatro anos, aumentando as apostas de que a Reserva Federal será obrigada a cortar novamente as taxas de juro para impedir um abrandamento económico.

A divulgação deste dado levou o Dow Jones a abrir a sessão em terreno negativo mas o índice inverteu a tendência depois de ser conhecido que a actividade industrial nos EUA expandiu-se inesperadamente em Janeiro, assinalando que o investimento dos empresários está forte apesar do enfraquecimento noutras áreas económicas. 

A Yahoo! subia mais de 47% para 28,25 dólares. A Microsoft descia 4,79% para 31,04 dólares.

A Google perdia 7,80% para 520,27 dólares, penalizada pela apresentação de resultados negativos. O maior motor de busca na internet anunciou ontem que os lucros do quarto trimestre cresceram 17% para os 1,21 mil milhões de dólares (814,6 milhões de euros), o que ficou aquém dos 3,91 mil milhões de dólares estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.

As acções da Motorola avançavam 11,83% para 12,86 dólares depois da empresa ter anunciado que está a ponderar sair do negócio dos telemóveis, cedendo, assim, à pressão dos seus accionistas.

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