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Queda superior a 2% do BCP pressiona bolsa nacional

A bolsa nacional fechou a desvalorizar pressionada essencialmente pelo Banco Comercial Português que perdeu mais de 2%, depois de ter registado ganhos nas últimas três sessões. O PSI-20 depreciou 0,19% numa sessão em que a EDP travou maiores quedas.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 03 de Julho de 2007 às 17:30
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A bolsa nacional fechou a desvalorizar pressionada essencialmente pelo Banco Comercial Português que perdeu mais de 2%, depois de ter registado ganhos nas últimas três sessões. O PSI-20 depreciou 0,19% numa sessão em que a EDP travou maiores quedas.

O principal índice da bolsa nacional cotou nos 13.379,33 pontos com dez acções a subir, nove em queda e uma inalterada.

O Banco Comercial Português [bcp] desvalorizou 2,17% para os 4,06 euros depois de ter registado ganhos nas últimas três sessões. O banco fechou em queda no dia em que a UBS reviu em baixa a recomendação para os títulos para "neutral". Na restante banca, o Banco BPI [bpin] subiu 0,90% para os 6,73 euros enquanto o Banco Espírito Santo [besnn] ficou estável nos 16,65 euros.

A contribuir para a tendência fecharam ainda a Galp Energia [galp pl] e a Jerónimo Martins [jmar] que perderam 0,70% para os 9,92 euros e 1,59% para os 4,32 euros, respectivamente.

A petrolífera foi penalizada porque apesar da revisão em alta do preço-alvo por parte da casa de investimento UBS para os 8,75 euros, o novo "target" está 12% abaixo da actual cotação da petrolífera. A UBS considera que a Galp "está cara" face às congéneres.

A casa de investimento reviu em baixa a recomendação para as acções da petrolífera de "neutral" para "reduzir", justificando esta revisão com o facto das acções terem valorizado cerca de 70% desde a oferta pública inicial.

A travar perdas maiores esteva a Energias de Portugal [edp], que avançou 1,22% para os 4,14 euros no dia em que a empresa anunciou que concluiu a aquisição da Horizon Wind Energy por um valor que avalia a empresa norte-americana em 2,74 mil milhões de dólares (2,01 mil milhões de euros). Para financiar esta operação a eléctrica contraiu um financiamento de 3 mil milhões de dólares (2,21 mil milhões de euros).

Ainda a contribuir para a subida das acções está a notícia avançada pelo jornal espanhol "Cinco Dias" que revelou que a argelina Sonatrach e a EDP se preparam para ampliar o acordo firmado em Abril. Os argelinos poderão ficar com 20% a 25% das centrais de ciclo combinado da eléctrica nacional na Península Ibérica.

Do lado das subidas, de sublinhar ainda a Portucel [ptcl], que apreciou 1,99% para os 3,08 euros, e a Portugal Telecom, que ganhou 0,20% para os 10,16 euros.

A Martifer perdeu 1,38% para os 10,03 euros.

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