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Receitas da Euronext NV sobem 1,7% no primeiro trimestre com derivados

As receitas da Euronext NV, a Bolsa europeia que inclui os activos da Euronext Lisbon, e segunda maior da Europa, evidenciaram um incremento de 1,7% nos primeiros três meses do ano, com um maior fluxo de ordens de derivados.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 13 de Maio de 2003 às 08:52
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As receitas da Euronext NV, a Bolsa europeia que inclui os activos da Euronext Lisbon, e segunda maior da Europa, evidenciaram um incremento de 1,7% nos primeiros três meses do ano, com um maior fluxo de ordens de derivados.

No trimestre, as receitas totais aumentaram para 246,063 milhões de euros, contra os 242 milhões de euros do período homólogo anterior.

As receitas no segmento dos derivados evidenciaram um incremento de 11% para 81 milhões de euros e, no segmento a Contado, a facturação da Bolsa subiu 6,8% para 47,6 milhões de euros.

Nos derivados, a Euronext procedeu em 2001 à compra da Liffe, com vista a competir com as rivais europeias, a London Stock Exchange (LSE) e a Deutsche Boerse. A Euronext compreende as Bolsas de Lisboa, Paris, Amesterdão e Bruxelas.

As receitas da actividade de «clearing» ou de compensação, caíram para 42,3 milhões de euros, contra os 44,3 milhões de euros, e a facturação com as actividades de liquidação e custódia decresceram em 2,1 milhões de euros, «em linha com a actividade nos mercados da Bélgica e Portugal», diz a empresa em comunicado.

Os ganhos com a listagem de novas acções, «devido à ausência de IPO"s e de dispersão no mercado secundário», baixaram 56,3% até aos 5,75 milhões de euros.

Na Bolsa de Amesterdão, as acções da Euronext NV negociavam em queda de 1,65% para 19,71 euros.

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