Crédito Recomendações do Banco de Portugal dão margem para descida dos "spreads"
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Recomendações do Banco de Portugal dão margem para descida dos "spreads"

A CGD foi o último banco a avançar com uma redução da margem mínima. Mas há espaço para novas descidas.
Recomendações do Banco de Portugal dão margem para descida dos "spreads"
Miguel Baltazar/Negócios
Raquel Godinho 19 de fevereiro de 2018 às 07:00

Exactamente três anos depois, a CGD desceu o "spread" mínimo. O banco público foi o primeiro a colocar a margem exigida no crédito à habitação abaixo de 2%, em Fevereiro de 2015, mas desde entã

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mais votado Por uma nova Caixa competitiva 19.02.2018

"A Caixa está atenta ao mercado e ajusta o preço para que a sua oferta continue competitiva"

Já não era sem tempo!

Mas a Caixa, no mundo de hoje
já é mais do que crédito à habitação,
e no mundo de amanhã, tenderá a sê-lo ainda muito mais.
Lembrem-se do que se dizia ainda há dias no Banking Summit
em defesa de uma relação de Life Coaching com os Clientes:
A Caixa, dada a capilaridade da sua rede de vendas,
dada a relação personalizada com a maioria dos Portugueses,
estará em excelentes condições
para encabeçar e concretizar em Portugal o conceito do Life coaching,
e contribuir para que fraco prestígio atual da banca junto do Povo Português
(segundo o Observatório da U.Católica),
se inverta decisivamente num sentido que sirva os Portugueses e a própria Caixa.
A “velha Caixa” precisa de se transformar numa “nova Caixa”,
não se atrasando em relação à concorrência nacional e internacional,
nos domínios em que a enfrenta.
E que assim seja em todas as frentes.

comentários mais recentes
Anónimo 19.02.2018

Fazem-me credor de bancos à força e devedor de dívida pública excessiva também à força. A liberdade e o dever fiduciário emigraram de vez para fora deste Portugal.

Anónimo 19.02.2018

Os CTT já quase à um ano faz 1.40 no crédito habitação.Estão é perder mercado.

Por uma nova Caixa competitiva 19.02.2018

"A Caixa está atenta ao mercado e ajusta o preço para que a sua oferta continue competitiva"

Já não era sem tempo!

Mas a Caixa, no mundo de hoje
já é mais do que crédito à habitação,
e no mundo de amanhã, tenderá a sê-lo ainda muito mais.
Lembrem-se do que se dizia ainda há dias no Banking Summit
em defesa de uma relação de Life Coaching com os Clientes:
A Caixa, dada a capilaridade da sua rede de vendas,
dada a relação personalizada com a maioria dos Portugueses,
estará em excelentes condições
para encabeçar e concretizar em Portugal o conceito do Life coaching,
e contribuir para que fraco prestígio atual da banca junto do Povo Português
(segundo o Observatório da U.Católica),
se inverta decisivamente num sentido que sirva os Portugueses e a própria Caixa.
A “velha Caixa” precisa de se transformar numa “nova Caixa”,
não se atrasando em relação à concorrência nacional e internacional,
nos domínios em que a enfrenta.
E que assim seja em todas as frentes.

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