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Redução de três para dois operadores móveis não é prejudicial

A Autoridade da Concorrência (AdC) defende que a redução do número de operadores móveis a actuar no mercado português, de três para dois, "não é prejudicial para os consumidores".

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 22 de Dezembro de 2006 às 16:58
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A Autoridade da Concorrência (AdC) defende que a redução do número de operadores móveis a actuar no mercado português, de três para dois, "não é prejudicial para os consumidores".

A Autoridade da Concorrência (AdC) defende que a redução do número de operadores móveis a actuar em Portugal "não é prejudicial para os consumidores, uma vez que foram aplicados compromissos para esta operação de concentração".

Na oferta pública de aquisição (OPA), que hoje recebeu luz verde da AdC, a Sonaecom pretende juntar a Optimus e a TMN.

A AdC defende ainda que "o acréscimo de concentração do mercado que resulta de uma operação de concentração, quando acompanhado de sinergias e ganhos de eficiência (por exemplo, devido à eliminação de custos redundantes), pode justificar-se, nomeadamente se aquelas sinergias levarem a uma diminuição dos preços ou a um aumento de qualidade, inovação ou diversidade".

A entidade afirma ainda que estas circunstâncias vão pressionar os restantes operadores de mercado a reduzirem os preços ou a aumentarem a qualidade e a diversidade.

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