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REN deverá estrear-se na bolsa acima dos 3 euros

A Redes Energéticas Nacionais (REN) vai estrear-se, às 13h00, no mercado de capitais nacional. Os títulos foram alienados na OPV a 2,75 euros, valor que serve de referência para o arranque da negociação. As ordens de compra/venda apontam para um valor bem

Paulo Moutinho 10 de Julho de 2007 às 12:08
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A Redes Energéticas Nacionais (REN) vai estrear-se, às 13h00, no mercado de capitais nacional. Os títulos foram alienados na OPV a 2,75 euros, valor que serve de referência para o arranque da negociação. As ordens de compra/venda apontam para um valor bem acima dos 3 euros por acção.

As expectativas sobre a REN são elevadas. Depois de uma oferta pública de venda (OPV) que atingiu níveis de procura surpreendentes, o desempenho das acções da empresa liderada por José Penedos deverá ser positivo.

A negociação arranca às 13h00 no Eurolist da Euronext Lisbon. No entanto, já estão a ser dadas ordens de venda e de compra. De acordo com os dados da Bloomberg, a REN [rene] deverá estrear-se acima dos 3 euros. As ordens nesta altura apontam para uma abertura nos 3,28 euros, valor que representa uma valorização de 19% face aos 2,75 euros a que as acções foram vendidas. Este valor é meramente indicativo, pois as ordens introduzidas no sistema pondem ainda ser anuladas.

"O mais previsível é que as acções valorizem nestes primeiros tempos, depois de ter havido um rateio tão forte. Esta é uma daquelas empresas que, pela natureza estável e previsível do seu negócio, agrada a diferentes tipos de investidores", avançou Pedro Pintassilgo, gestor da F&C Investments ao Jornal de Negócios.

A procura por acções da REN superou em mais de 100 vezes a oferta nas tranches do público em geral e dos pequenos subscritores, que beneficiaram de um desconto de 5% no preço das acções.

Nos institucionais a procura excedeu em 80 vezes a oferta, deixando alguns gestores insatisfeitos com o número de acções atribuídas. Os gestores de fundos contactados pelo Jornal de Negócios prevêem que na sessão de hoje os "descontentes" reforcem naquele que é um dos títulos com menor risco da bolsa, impulsionando a cotação.

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