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Resultados levam bolsas europeias a renovar máximos

As principais praças europeias fecharam a valorizar, com algumas inclusivamente a renovar máximos, impulsionadas por empresas que apresentaram resultados acima das expectativas. O Dow Jones Stoxx 50 foi exemplo disso ao tocar no valor mais elevado desde M

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 20 de Abril de 2006 às 18:11
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As principais praças europeias fecharam a valorizar, com algumas inclusivamente a renovar máximos, impulsionadas por empresas que apresentaram resultados acima das expectativas. O Dow Jones Stoxx 50 foi exemplo disso ao tocar no valor mais elevado desde Maio de 2002.

A Nokia foi o título que mais impulsionou este índice ao fechar com uma valorização de 5,57% para os 18,40 euros. A fabricante de telemóveis disparou até 8,09% para máximos de mais de dois anos durante a sessão depois de ter anunciado lucros que superaram as estimativas dos analistas.

Os resultados líquidos da empresa ascenderam a 1,05 mil milhões de euros contra 863 milhões de euros de igual período do ano anterior quando os analistas consultados pela Bloomberg apontavam para 941 milhões de euros. As vendas aumentaram para 9,51 mil milhões de euros o que compara com 7,4 mil milhões de euros registados no primeiro trimestre de 2005.

Em Amesterdão, o AEX também tocou o valor mais elevado desde Junho de 2002 nos 474,68 pontos durante a sessão e também com o contributo de uma empresa que surpreendeu o mercado pela positiva. A AKZO Nobel disparou mais de 6% para os 46,29 euros - máximos de quatro anos - depois de ter anunciado que os seus lucros caíram menos do que o esperado.

O DAX renovou o valor mais elevado desde Junho de 2001 nos 6.089,30 pontos terminando com ganhos de 1,16% a cotar nos 6.063,28 pontos. A E.ON foi o título que mais impulsionou com uma subida de 2,98% para os 93,03 euros.

A subida de 1,67% para os 76,2 euros da Sanofi-Aventis contribuiu para a tendência do CAC. O índice francês avançou 0,94% para os 5.206,79 pontos.

O IBEX apreciou 0,53% para os 11.782,60 pontos. A Telefónica e o Santander foram os títulos que mais impulsionaram com ganhos de 0,71% e de 1,37%, respectivamente.

A queda de 3,70% para os 30,75 euros impediu que o FTSE acompanhasse a tendência generalizada. O índice britânico caiu 0,14% para os 6.081,40 pontos.

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