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S&P 500 regista maior queda trimestral desde 2008

O índice marcou em Setembro a quinta perda mensal consecutiva. Bolsas terminam a cair mais de 2%.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 30 de Setembro de 2011 às 21:11
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As praças do outro lado do Atlântico fecharam em baixa, pressionadas pelo anúncio de que os gastos dos consumidores abrandaram em Agosto, enquanto os rendimentos caíram inesperadamente pela primeira vez em quase dois anos.

O índice industrial Dow Jones encerrou a perder 2,16%, fixando-se nos 10.913,38 pontos, enquanto o índice tecnológico Nasdaq cedeu 2,63% a negociar nos 2.415,40 pontos.

O S&P 500, por seu lado, recuou 2,5% para se estabelecer nos 1.131,42 pontos, marcando assim a sua quinta perda mensal – a mais longa série de quedas desde Março de 2008. O índice cai 10,03% no acumulado do ano e só neste trimestre a perda foi de 14%.

Os gastos dos consumidores aumentaram em 0,2% em Agosto, depois de terem subido 0,7% no mês precedente.

Por seu lado, os rendimentos no país diminuíram 0,1%, naquela que foi a primeira queda desde Outubro de 2009.

As empresas mais ligadas à evolução do crescimento económico registaram as maiores perdas entre os 10 grupos industriais que compõem o Standard & Poor’s 500. A Alcoa caiu em torno de 4%, enquanto a General Electric registou uma depreciação de 3%.

A maior descida no S&P 500 foi a da Micron Technology, que afundou 14% depois de reportar uma perda inesperada devido à débil procura de computadores pessoais.

Ontem, as bolsas norte-americanas estiveram a ser impulsionadas por dados económicos encorajadores, que fizeram acreditar que a economia dos EUA não estaria a mergulhar na recessão. No entanto, os dados de hoje decepcionaram os investidores.
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