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Société Générale recomenda vender obrigações portuguesas com incerteza nas eleições

O Société Générale recomenda aos investidores que vendam obrigações portuguesas, justificando a visão negativa com o facto destas estarem caras num contexto de incerteza quanto à vitória nas eleições legislativas que vão realizar-se no próximo domingo.

Paulo Moutinho 24 de Setembro de 2009 às 10:26
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O Société Générale recomenda aos investidores que vendam obrigações portuguesas, justificando a visão negativa com o facto destas estarem caras num contexto de incerteza quanto à vitória nas eleições legislativas que vão realizar-se no próximo domingo.

“O cenário de um parlamento sem maioria de nenhum dos partidos, com o forte aumento do apoio a forças partidárias mais pequenas, não confere suporte à dívida pública emitida por Portugal”, refere Ciaran O’Hagan, analista do Société Générale.

Nesta nota de investimento, citada pela Bloomberg, o banco francês acrescenta que “as obrigações portuguesas a dez anos destacam-se como dispendiosas na nossa avaliação de risco”. A “yield” recuou, hoje, 6 pontos base para 3,88%.

Portugal tem um “rating” de “A+”, atribuído pela Standard & Poor’s, idêntico ao da Itália, país cuja “yield” está, no entanto, mais cara: 4,066%. A Grécia, com um “rating” de “A-” tem uma “yield” de 4,492%, enquanto as obrigações da Alemanha, a maior economia da Europa, apresentam uma rendibilidade de 3,331%.

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