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Subida da inflação nos EUA e declarações de Yellen pressionam Wall Street

As principais praças do outro lado do Atlântico encerraram em baixa, penalizadas pela subida mais acentuada, em mais de dois anos, do índice de preços no consumidor em Abril. Este dado intensificou os receios de que a Reserva Federal se decida a subir os juros em breve e Janet Yellen declarou que isso deverá acontecer ainda este ano.

Bloomberg
Negócios 22 de Maio de 2015 às 21:36
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O Dow Jones fechou esta sexta-feira a ceder 0,29% para se fixar nos 18.232,02 pontos, e o Standard & Poor’s 500 recuou 0,2% para 2.126,23 pontos. Na quinta-feira, o S&P tinha registado o quarto recorde de fecho das últimas seis sessões.

 

O Nasdaq Composite, por seu lado, desvalorizou 0,03%, a valer 5.089,36 pontos.

 

A contribuir para o movimento de descida dos principais índices norte-americanos esteve o anúncio da subida da inflação nos EUA, em Abril, a um ritmo que não se via desde Janeiro de 2013, o que renovou a ideia de que a Fed poderá começar a subir as taxas de juro em breve.

 

Apesar de o mercado estar convicto de que essa decisão não será tomada no próximo mês de Junho [depois de a Reserva Federal ter divulgado, nas minutas publicadas esta semana relativas à reunião de 28 e 29 de Abril, que passará a avaliar, reunião a reunião, a data a partir da qual começará a elevar os juros], a presidente da Fed fez hoje declarações que revelam a intenção de o fazer ainda este ano.

 

Com efeito, Janet Yellen confirmou que a subida dos juros vai acontecer ainda em 2015 se a economia norte-americana evoluir como é esperado. Depois da primeira subida, a normalização da política monetária será "gradual", acrescentou.

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